sábado, 25 de abril de 2015

CARTAZ DESPORTIVO DE RESULTADOS

Cartaz Desportivo 24,25,26 E 27 de Abril de 2015

Confira os principais resultados desportivos do fim de semana, nomeadamente  onde participam equipas do concelho da Figueira da Foz



25 DE ABRIL SEMPRE...FASCISMO NUNCA MAIS


UMA FRASE DE ABRIL


Não se preocupem com o local onde sepultar o meu corpo. Preocupem-se é com aqueles que querem sepultar o que ajudei a construir.

Capitão Salgueiro Maia

ACORDAI POVO! ACORDAI


RESPIRAR ABRIL


25 de Abril - HISTÓRIA DE UM POVO SEM ROSTO


O Espetáculo “25 de Abril, História de Um Povo Sem Rosto” é a segunda grande produção da Escola de Artes do CAE, depois da estreia, o ano passado, do musical “Annie”, levado a cena pelo Coro das Pequenas Vozes da Figueira da Foz.

Este ano o tema será o 25 de Abril. A estreia deste novo espetáculo conta com a participação do grupo Ser Teatro, da Orquestra de Jazz do CAE e do Coro Canticus Camerae como convidados especiais.

A “Revolução dos Cravos” é o cenário, a História é a musa e nós, povo português, cidadãos do mundo, somos a massa humana sempre aprisionada pela inação ensurdecedora das bocas, das consciências, do Homem tradicional.

Liberdade… Terá o povo que “deu novos mundos ao mundo” perdido a sua essência? … Só precisa da luz que é a coragem em acreditar!


XVI CORRIDA DAS CARRETAS EM VILA VERDE


sexta-feira, 24 de abril de 2015

E ASSIM ACONTECEU ABRIL!!!


O país estava calmo mas vivia numa paz podre onde imperava o silêncio e o medo. A Pide nos últimos meses redobrava a vigilância – a tentativa de golpe das Caldas deixara marcas profundas na Polícia do regime.

Estávamos na noite de 24 de Abril de 1974, grande parte da população provavelmente já dormia, porém em alguns quarteis – nomeadamente na RAP 3 da Figueira da Foz – a azáfama apesar de discreta era grande.

Cerca das zero horas de 25 de Abril na então Emissora Nacional o locutor da noite era Luis Filipe Costa e poucos minutos antes das zero horas foi para o ar o tema  cantado por Paulo Carvalho


Nas unidades militares as conversas entre oficiais e soldados aumentaram falou-se na hipótese de acontecer uma revolução e mais uma vez dos estúdios da Emissora Nacional surge a voz de um proscrito do regime, JOSÉ AFONSO, a cantar esse imortal tema


A revolução estava em marcha, apesar de todas as movimentações o povo português só começou a ter noção do que estava a acontecer quando aos microfones da Rádio Clube Português pelas 04:24 da madrugada surge a voz de Joaquim Furtado a ler o primeiro comunicado do Comando das Forças Armadas


As notícias corriam e os líderes da revolução começavam a ser conhecidos e entre eles um nome despontava  

Foi a REVOLUÇÃO DOS CRAVOS, não correu sangue (excepção feita na porta das instalações da PIDE em que foram disparados alguns tiros), Américo Tomás é imediatamente afastado da Presidência da Républica e Marcelo Caetano rende-se no interior do Quartel do Carmo
A revolução consumou-se iniciou-se um Período Revolucionário e até às primeiras eleições em democracia formaram-se vários Governos a que deram o nome de Provisórios

A direita fascizante não dormia e começou a reagir surge então a primeira ofensiva contra a DEMOCRACIA com a tentativa de golpe da MAIORIA SILENCIOSA apoiada por SPINOLA que tentou uma manifestação em Lisboa a 28 de Setembro.

“A Maioria Silenciosa” foi silenciada e o seu mentor Spínola afastado do processo revolucionário mas a direita continuou a minar o processo e a 25 de Novembro já Abril começava a ter um significado menor.

As primeiras eleições livres surgiram e aí Abril sofre a sua primeira grande derrota com a eleição de um homem que atraiçoou ABRIL, e se juntou a CARLUCCI a famigerada figura da CIA a quem o poder dos “states” incumbiu de derrotar o 25 DE ABRIL DE 1974





CARTAZ DESPORTIVO DE FIM DE SEMANA

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Futebol
CNS - Série E - 2ªFase/Manutenção
Domingo, 16 horas - Est. Municipal José Bento Pessoa
Naval x Tourizense
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Div HOnra AFCoimbra
Domingo, 15 horas - Campo do Cabedelo
Cova Gala x Académica OAF
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Basquetebol 
Proliga - Play-Off
Sábado, 18 horas - Pav J Galamba Marques
Casino Ginásio x Benfica B
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Votar em consciência ou a consciência do voto?

Foto: Diário as Beiras

Existe uma velha e gasta ladainha usada por certos políticos que nas campanhas autárquicas nos dizem que neste tipo de eleição não votamos nos partidos mas sim nas pessoas.

Pessoalmente não aceito esta teoria e ao ler a Edição de O Diário as Beiras onde se dá conta do que se passou na Reunião da Assembleia da Freguesia de Buarcos/S Julião ainda mais convicto fiquei da razão que me assiste em não acreditar na tal teoria do voto nas pessoas e não nos partidos.

Tenho enorme respeito e consideração pela Dr.ª Isabel Maranha Cardoso, Presidente da Assembleia de Freguesia de Buarcos/S. Julião, personalidade que conheci e tive a possibilidade de com ela privar enquanto Vereadora da Camara Municipal da Figueira da Foz.

Mas apesar de tudo fiquei completamente embasbacado – perdoem-me o termo – com a “Declaração de Voto” da Senhora Presidente da AF na justificação do seu voto (abstenção) aquando sua votação na apreciação e aprovação de medidas no sentido de restituir ao areal da Praia da Figueira da Foz e Buarcos a imagem de areia limpa, desimpedida de espécies herbáceas bravias”

Dr.ª Isabel Cardoso com o devido respeito permita-me questionar o seguinte:
- A senhora foi eleita pelo PS ou foi eleita pelos Munícipes?
- A Senhora deu perfeitamente a entender que estava a favor da limpeza da Praia, mas que não votaria favoravelmente “por solidariedade com os seus colegas de partido”
- Será que o seu voto foi consciente?
- Votar contra a sua própria ideia em solidariedade com colegas de partido não me parece ser um voto consciente, e, questiono  mesmo se não será defraudar quem em si confiou e votou?
- Toda a vida ouvi dizer que os autarcas devem primeiro pensar nos interesses da sua cidade ou lugar e depois no partido.
- Será que foi isso que a Senhora fez?

E fico por aqui, mas permitam-me dizê-lo, são situações destas que afastam as pessoas dos partidos – estou a falar na generalidade – e para finalizar recordo que a Senhora enquanto Vereadora tomou em tempos uma posição no executivo de que fazia parte e julgo ou tenho mesmo a certeza que tomou essa posição em consciência.

Todavia, nessa altura a Senhora devolveu os pelouros ao Senhor Presidente da Camara. Qual foi a solidariedade que recebeu dos seus colegas de partido?



Agrupamentos Escolas Figueira Mar distinguida com Prémio Escola-Institucional


O Agrupamento de Escolas Figueira Mar obteve hoje mais uma importante distinção, sendo uma das três escolas/agrupamentos, de toda a região centro, contempladas com o Prémio de Escola – Mérito Institucional, atribuído pelo Ministério da Educação e Ciência.

Assim, felicito todos os professores, funcionários, alunos, pais e técnicos por mais esta prova do bom trabalho que todos têm desenvolvido em benefício dos nossos alunos, do pré-escolar ao 12º ano.

Obrigado pelo vosso esforço, dedicação e profissionalismo!

Viva o Agrupamento de Escolas Figueira Mar!

Pedro Mota Curto


Aqueles que acreditaram em Abril será que com governantes destes amanhã não sentirão um vómito?

NOTÍCIAS E MANCHETES DO DIA

MANCHETES DO DIA


NOTÍCIAS DO DIA

Joaquim Barroca Rodrigues Tudo o que se sabe sobre a nova detenção no caso Sócrates

Segurança Social A dívida dela era igual à de Passos. Eis o desfecho

João Araújo "Não morro sem libertar o meu cliente"

Parlamento recusa levantar imunidade a Miguel Macedo

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Figueira da Foz e o 25 de Abril


Figueira da Foz vai perder 8.500 habitantes até 2031


O município da Figueira da Foz vai perder 8.500 habitantes até 2031, registando daqui a 16 anos uma população equivalente à existente antes de 1950, por alturas da II Guerra Mundial, revela um estudo hoje apresentado.

De acordo com o estudo "Tendências demográficas no município da Figueira da Foz: passado, presente e futuro", a população no segundo concelho mais populoso do distrito de Coimbra passará dos 62.125 residentes registados em 2011 para 53.596 habitantes em 2031 (menos 13,73%), valor abaixo do registado em 1950, quando ali habitavam 56.862 pessoas.

O estudo, hoje apresentado publicamente no âmbito do processo de revisão do Plano Diretor Municipal (PDM) local, assinala ainda que os valores previstos - com base numa metodologia que considera, apenas, os nascimentos e óbitos - "contrariam a dinâmica demográfica positiva que se fazia sentir no território municipal desde a década de 1980", mas que tem vindo a cair desde 2004 "de forma contínua".

No documento, lê-se que em cerca de 60 anos (entre 1950 e 2011) o número de habitantes no município da Figueira da Foz cresceu em 5.263, uma tendência comum a todas as décadas, com exceção da década de 1960 ("que corresponde ao momento do fenómeno migratório português", com menos 4.601 pessoas) e entre 2001 e 2011 (menos 476 pessoas).

"Embora pouco compreensível para um município do litoral, na última década, a Figueira da Foz acompanhou a tendência da generalidade dos territórios municipais da sub-região do Baixo Mondego, tendo observado uma diminuição" da população, refere o estudo elaborado pela empresa Prime Layer, alegando que a situação "merece uma séria reflexão".

Por freguesias, a nova entidade administrativa de Buarcos (que resultou da junção de São Julião, que correspondia à cidade da Figueira da Foz com a área da antiga freguesia de Buarcos) continuará a ser a mais populosa em 2031 (15.772 habitantes), mas perderá cerca de 2.700 pessoas face a 2011.

Notícias ao Minuto


Mas a "Merda" do azar não acabou


Opinião


In-Diário as Beiras

Sindicato dos Pescadores do Centro quer paragem da pesca da sardinha até 31 de maio


Em comunicado divulgado hoje, o sindicato defendeu "a paragem biológica da pesca da sardinha até 31 de maio, até se estudar convenientemente o problema" da alegada falta de pescado, por considerar que "não existem estudos válidos para utilizarem como fundamento".

Nesse sentido, pretende que o Governo regulamente um sistema de apoio aos pescadores e respetivas embarcações, para durante o período de paragem, e que seja criado um programa "que permita a devida rentabilização para as empresas e remunerações para os pescadores.

Nos anos anteriores, o sindicato sempre defendeu paragens biológicas ou de defeso, mas apenas entre dezembro e março de cada ano.

A fixação de um preço mínimo de venda em lota para a sardinha, carapau e cavala e a regulamentação de um sistema de gestão de capturas, que tenha em conta as necessidades de comercialização e de consumo em fresco, da indústria conserveira e da indústria da congelação, são outras das exigências.

O Sindicato dos Pescadores do Centro possui duas centenas de sindicalizados e abrange os pescadores dos portos da Ericeira, Peniche, Nazaré e Figueira da Foz.

A pesca da sardinha esteve suspensa de meados de setembro até março devido à proibição de captura por esgotamento da quota e, depois, ao período de defeso biológico.

Nos portos de Nazaré e Peniche, os armadores associados da OP Centro decidiram adiar a pesca daquela espécie até 04 de maio.

Texto e Fotos Notícias ao Minuto

Que grande banquete

Ver em ecram total e som

Associativismo... Filarmónica Dez D'Agosto - Agenda de Maio

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