sexta-feira, 23 de setembro de 2016

FIGUEIRA DA FOZ...PESCÓDROMO DE LAVOS

Foto da publicação de Maria Pimentel 
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O DESABAFO DO "CAPITÃO" SÉRGIO GRILO


O AGENTE DA AUSTERIDADE A SOLDO DO F M I


Quando a Troika e o FMI entre 2011 e 2014 dizimaram a classe mais necessitada este papagaio durante 4 anos nunca falou da Classe Média.

Agora vem dar o corpo às balas chorando baba e ranho por um imposto que vai abranger a classe dos que têm património acima dos 500 mil euros.

CARTAZ DESPORTIVO

Sábado , 24 de Setembro 
Nacional de Juniores
15h Naval x Loures
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Domingo , 25 de Setembro 
Nacional de Iniciados
11h Naval x N D Social
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Nacional de Juvenis
11h Sporting x Naval
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Taça de Portugal
15h Naval x Fafe
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Todos os jogos se realizam  no Campo de Treinos (sintético) do Estádio Municipal José Bento Pessoa
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JORNADAS EUROPEIAS DO PATRIMÓNIO


PARQUÍMETROS DE ESTACIONAMENTO EM LISBOA


A ORIGEM DOS "TRÊS VINTÉNS"...

Pela primeira vez, em Portugal, no reinado de D. Pedro II, se cunhou a moeda de três vinténs, de prata. E foi sendo cunhada até ao fim do reinado de D. Miguel que terminou em 1834 pela convenção de Évora-Monte. Nos reinados seguintes desapareceu esta simpática moedinha, embora continuassem em circulação as anteriormente cunhadas.

Esta moeda de prata, pequenina, tem, para os estudiosos da antropologia cultural, um encanto especial. É que a ela anda ligada uma tradição de séculos e uma expressão linguística corrente ainda hoje, embora com significado bem específico que todos conhecemos: aquela já não tem os três vinténs; ou já lhe tiraram os três vinténs.

Mas, vamos à história: antigamente, as mães que podiam ofertavam às suas filhas, às vezes logo no dia do nascimento, uma moedinha de prata, de três vinténs, ou seja de 60 réis a que faziam um furinho por onde passavam um fio que permitia dependurá-la ao pescoço da menina. Funcionava como amuleto para salvaguardar a pureza e a virgindade daquela jovem que durante toda a vida o usava com orgulho.

Só com o casamento ela entregava a moedinha ao marido, ou este, orgulhoso, lha tirava do pescoço para a guardar religiosamente. Podia então a sociedade afirmar com verdade que ela já não tinha os três vinténs porque os deu ou o marido lhos tirou. Estava, pois, casada, não era mais uma menina virgem.

A peça deste mês é uma dessas moedinhas, cunhada no reinado de D. José I, em data não assinalada na cunhagem: três vinténs de prata. A marca caraterística destas moedas, como se disse, era o furinho por onde passava o fio que havia de as suspender. Todavia, a peça que hoje vos trazemos tem dois furos, não alinhados, o que, muito provavelmente, significa ter servido duas vezes: à mãe e à filha, à avó e à neta... Talvez que uma importante superstição aconselhasse que o mesmo furo não devesse servir duas vezes.

Bonito, a nosso ver, é o estudo da cultura tradicional e popular dos portugueses; e esta peça e esta história e tudo o mais que gira à sua volta, parecem-nos encantadores.

PERGUNTAS ESTÚPIDAS


O José Alberto de Carvalho esteve igual a si mesmo na entrevista de ontem à Mariana Mortágua.
Perguntava ele:
- Acha que um aumento de 10 euros às reformas mínimas resolve alguma coisa?
Ó Zezinho, experimenta lá viver só com a reforma mínima que depois nós fazemos-te essa pergunta.

A Todo o Vapor: Esta pergunta é feita por este rapazola que aufere de vencimento na TVI 31 500 Euros mensais!!!
Claro, para ele 10 €uros é insignificante

MANCHETES E NOTÍCIAS DO DIA AO MINUTO







NOTÍCIAS AO MINUTO


quinta-feira, 22 de setembro de 2016

FIGUEIRA DA FOZ

Foto Pedro Mota
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PORTUGAL FOI O PAÍS DA OCDE ONDE A CARGA FISCAL MAIS AUMENTOU NOS BAIXOS SALÁRIOS

Portugal foi o país da OCDE que mais aumentou a carga fiscal para os trabalhadores com baixos rendimentos em 2015, com a organização a afirmar que a introdução do crédito fiscal nesse ano tirou progressividade à tributação do trabalho.

A Todo o Vapor: A papagaiada pafiosa, nomeadamente Miss Albuquerque e o Sir Passos Coelho não têm nada a dizer sobre este relatório ?
Eventualmente dirão é falso... Sempre ouvi dizer que se apanham mais depressa um aldrabão que um coxo

MAIS CHANTAGEM ?...JÁ CHEGA!

FMI pede mais 900 milhões de euros de austeridade em Portugal em 2017

O Fundo Monetário Internacional (FMI) recomenda que o Governo aplique medidas de austeridade de 0,5% do Produto Interno Bruto(PIB), cerca de 900 milhões de euros, no próximo ano, focando-se nos salários e pensões da função pública.

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

CARTA ABERTA A UM MONTE DE MERDA!

Meu caro José António Saraiva,
Começo por esclarecer-te que este texto teve, inicialmente, o título de “carta aberta a um pedaço de merda”. Mas era curto, meu caro Zé António, “pedaço de merda” era muito curto para aquilo a que tu te conseguiste elevar. Hoje reconheço, és um MONTE DE MERDA mesmo!

Tu que foste jornalista, com letra pequena, diretor do “expresso”, numa altura em que “jornal expresso” ainda se escrevia com letra grande (e que tu não descansaste enquanto não conseguiste estragar). Tu que foste fundador e diretor do “semanário sol”, que nunca se escreveu com letra grande. Tu que hoje não és nada, não vales nada, não passas de uma insignificância, conseguiste o teu último momento de fama e fortuna.

Bem sei que é uma má fama de aldrabão, personagem torpe e de difamador inqualificável. Mas é uma fama na mesma e isso, meu porco, serve-te perfeitamente.
Quanto à fortuna, essa vais mesmo ganhar, com a venda dessa coisa inenarrável a que chamas o teu livro. Bem sei que é dinheiro sujo, ganho desonestamente, com a mentira, a chalaça pobre, a invocação de mortos (vários, homens e mulheres) que já não se podem defender, mas é dinheiro na mesma. E é só isso que te interessa, valente suíno.

Mas, meu caro Zé António, o que mais me admira em toda esta estória moralmente pobre da tua ignóbil obra:
– Não é o seres MENTIROSO;
– Não é o DESRESPEITARES todos os que te rodeiam;
– Não é o violares a memória dos mortos;
– Não é o sujares gratuitamente os vivos.
Não é nada disto, meu caro Zé António. O que mais me admira é teres encontrado um PEDAÇO DE MERDA que aceitou apresentar publicamente o teu livro e, com isso, APADRINHAR o teu comportamento de suíno.

Assustador, de verdade, meu MONTE DE MERDA, é que o PEDAÇO DE MERDA que vai publicamente apadrinhar a tua obra abjeta até já foi (e tem vontade de voltar a ser) primeiro ministro do País onde vivo!

Relembro-te que este texto teve, inicialmente, o título de “carta aberta a um pedaço de merda”. Mas era curto, meu caro Zé António, “pedaço de merda” era muito curto para aquilo a que tu te conseguiste elevar. Hoje reconheço, és um MONTE DE MERDA mesmo! PEDAÇO DE MERDA é o teu amigo Pedro que, INACREDITAVELMENTE, te vai publicitar.
Para qualquer cidadão DECENTE de Portugal tu, MONTE DE MERDA, és absolutamente INACEITÁVEL, o teu amigo, PEDAÇO DE MERDA, deveria ser absolutamente REPROVÁVEL.

Aproveita para lhe enviares os meus cumprimentos,
Carlos Paz


OPINIÃO

EDITADO NO DIÁRIO AS BEIRAS

COMO EU, UM POBRE E PENALIZADO PENSIONISTA, GOSTARIA DE TER ESCRITO ISTO: "OS RICOS E OS POBRES SEGUNDO A NOSSA DIREITA"


"Para a nossa direita os pobres, grupo social em que estão incluídos todos os que vivem de rendimentos do trabalho e pensões, são um peso, os seus rendimentos são um custo e quanto mais ganham menor será a competitividade das empresas. Os ricos são, por definição,investidores, o seu dinheiro é considerado capital que não deve ser sujeito a impostos

O consumo dos pobres é um desperdício e quanto menos consumirem melhor para o país, se em vez de serem eles a optar pela poupança e forem os patrões a poupar graças a salários baixos melhor para a economia, as poupanças dos patrões são capital, as dos pobres servem apenas para desperdiçar em bens de consumo.  É por isso que, por definição, os pobres consomem sempre acima das suas possibilidades e todas as conquistas sociais desde o tempo da escravatura ou da servidão são um grave prejuízo para a competitividade.

Se um pobre compra um carro em segunda mão está a consumir acima das suas possibilidades, se um rico comprar um luxuoso carro topo de gama está a investir. Se um pobre compra um apartamento com crédito está a contribuir para o endividamento do país estimulando o crescimento de um sector inútil para a economia. Se um rico ou um chinês comprar uma vivenda de luxo, está investindo no país e criando emprego, por isso deve beneficiar de isenções ficais, vistos gold e outras mordomias que lhes sejam úteis.


Um chinês que enriqueceu com a corrupção do regime comunista da Ásia, que parte porque noutro Estado-membro da EU lhe oferecem um visto gold com menos exigências é um investidor que foi perdido pelo país. Quando um quadro altamente qualificado, cuja formação custou ao país centenas de milhares de euros, decide abandonar o país a direita elogia-o porque não foi piegas e partiu em busca da sua zona de conforto, dando uma preciosa ajuda ao ajudar a taxa de desemprego a baixar.  



Os patrões, são designados preferencialmente por investidores ou empreendedores, os pobres são mão-de-obra, activos ou, em empresas mais modernaças, conseguem ser tratados por colaboradores, isso até que o presidente do banco decide desligar-lhes o computador e convidá-los a assinar uma rescisão amigável.

Se um pobre se esqueceu de pagar uma conta ao fisco é um malandro que não paga os seus impostos e deve ser perseguido por todos os meios. Se for um rico a recusar-se a pagar um imposto é recebido com tapete vermelho nos gabinetes governamentais e tem ao seu serviço uma equipa de advogados, todos eles ex-secretários de Estado dos Assuntos Fiscais, que assegurarão que entre truques e cunhas tudo farão para que a dívida prescreva nos corredores dos tribunais. Já para os pobres esses tribunais não existem, para ter direito à decisão de um juiz a dívida deve ser superior a 5.000 euros, o pobre leva com a decisão do chefe do serviço de finanças, come e cala.

Esta abordagem da nossa direita tem mais fundamentos no modelo social do feudalismo do que no capitalismo moderno saído da revolução industrial. O prolongamento durante décadas do colonialismo e de um regime laboral apoiado na PIDE levou a que a nossa direita tivesse mumificado ideologicamente. Neste modelo social de capitalismo feudal o progresso não se mede no bem-estar de toda a nação, mas apenas no nível de enriquecimento e felicidade dos mais ricos.Para a nossa direita os ricos devem ser tratados como senhores feudais capitalistas e todos os outros como plebeus proletários que graças à bondade dos outros já não são nem servos, nem escravos."

Via O Jumento

JORNADAS EUROPEIAS DE PATRIMÓNIO

À semelhança de anos anteriores o Município da Figueira da Foz assinala as Jornadas Europeias do Património e o Dia Mundial do Turismo sob os temas “Comunidades e Culturas” e “Turismo para Todos”, respetivamente, nos dias 23, 24, 25 e 27 de setembro, com um programa diversificado de atividades que abrangem diversas áreas.

As inscrições nos percursos devem ser submetidas através do seguinte formulário.

Para informações adicionais por favor consultar aqui.

Para esclarecimentos, enviar email para: figueiraturismo@cm-figfoz.pt

VEJAM BEM O QUE É A COERÊNCIA DESTA GENTE


AGORA TODA A PAPAGAIADA QUE QUER CRUCIFICAR A DEPUTADA MORTÁGUA POR QUERER IR BUSCAR DINHEIRO AOS MAIS RICOS, DIGA-SE QUE A DEPUTADA  ATÉ NEM FOI ORIGINAL POIS O "PAFIOSO" PASSOS COELHO QUANDO ERA PRIMEIRO MINISTRO JÁ TINHA PROPOSTO A MESMA MEDIDA
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MURTINHEIRA EM FESTA... SENHOR DOS AFLITOS


A EXPLICAÇÃO QUE FALTAVA!!!!


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