sábado, 22 de Novembro de 2014

Figueira da Foz...Praia do Hospital

Foto: Rui Paulo Gonçalves

Cartaz Desportivo

Cartaz Desportivo 21, 22 e 23 de Novembro 2014

Confira os principais resultados desportivos do fim de semana, nomeadamente  onde participam equipas do concelho da Figueira da Foz



Naval apresenta formação (Futebol de sete) no Foz PLaza


A Associação Naval 1º de Maio apresentou na tarde de hoje no Foz PLaza principal "sponsor" do Futebol de Sete. Remo e Rugby as suas equipas com equipamentos sponsorizados por aquela empresa.

Festa simples que contou com mais de uma centena de pessoas onde os "putos" se divertiram diante dos diversos jogos e foram apresentados os trofêus conquistados por estes departamentos do clube figueirense. 


Ângelo Bragança Coelho

Até um Dia Amigo....

Sentidos Pêsames à família

JOsé Sócrates detido à chegada a Portugal.... A Queda de um mito da Transparência


Ex-primeiro Ministro O que já se sabe sobre a detenção de José Sócrates

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PGR Inquérito teve origem numa comunicação bancária

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Partido Socialista António Costa envia SMS a militantes por causa de Sócrates

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Quatro Detidos

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sexta-feira, 21 de Novembro de 2014

Tenha um Bom Fim de Semana

Foto: E Deus Criou a Mulher

Pela primeira vez, o PSD vergou Passos


A ideia de repor as subvenções vitalícias dos ex-políticos partiu do Governo. Passos e Marques Guedes insistiram até ao limite, contra a opinião da direção da bancada. A revolta do PSD profundo obrigou a recuar. O parceiro de coligação preparava-se para votar contra.

Passos Coelho queria, Marques Guedes fez questão, mas a revolta das bases laranja travou a reposição das subvenções mensais vitalícias dos ex-políticos. Durante a tarde e noite desta quinta-feira, os deputados do PSD foram bombardeados com mails e telefonemas contra a medida, vindos de autarcas, militantes de base, gente que defende no terreno as cores do PSD e não aceitava dar a cara por esta medida. A contestação, que começou nos media - nos fóruns de debate e, depois, nas notícias -, cresceu nas redes sociais e estava a contaminar a máquina partidária.





Joãozinho versus Nuno Crato ....Imperdível


Problema de  matemática
         
 Nuno Crato, numa das suas múltiplas  visitas a escolas, numa delas considerada escola-modelo onde foi  distribuir uns computadores aos professores, resolve pôr um problema  às criancinhas. (Desta vez, parece que não houve casting prévio...) 

 - Meninos, tenho um  problema para vocês resolverem. Quem acertar na solução ganha um computador que eu ofereço!!! 

 Então, é assim:

Um  avião saiu de Amesterdão com uma velocidade de  800  km/h; a pressão era de 1.004,5  milibares; a humidade relativa era de 66% e a temperatura 20,4 ºC. 
A tripulação  era composta por 5 pessoas, a capacidade era de 45 lugares para  passageiros, a  casa de banho estava ocupada e havia 5 hospedeiras, mas uma  estava de  folga.
A pergunta é... Quantos anos tenho  eu? 

 Os  alunos ficam assombrados. O silêncio é total.
 A professora fica  estupefacta.
 Então, o Zéquinha, lá no fundo da sala e sem levantar a  mão, diz de pronto:

 - 62 anos, senhor  ministro!

  Nuno Crato surpreendido  fita-o e diz:

 -  Caramba! Acertaste em cheio. Vou dar-te o  computador! Eu tenho mesmo 62 anos. Mas como encontraste esse  número?

 E  o Zéquinha diz:

 - Bem, foi muito  fácil.  Foi uma dedução lógica, porque  eu tenho um primo que é meio parvo,  e tem 31 anos...




Cartaz Desportivo para Fim de Semana


Para melhor leitura clicar em cima da imagem

Futebol Distrital
Domingo - 15 horas - Parque Desportivo do Cabedelo
Divisão Honra A F Coimbra
Cova Gala x Vigor
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Basquetebol
Proliga 
Domingo - 15:30
AC Lumiar x Casino Ginásio
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O baixo preço da nossa dignidade


Os vistos gold são uma lei que se sabia, à partida, ter uma gigantesca probabilidade de atrair dinheiro sujo. 

Os vistos gold são uma imoralidade. Às vezes é importante sublinhar os factos mais básicos, que nós tendemos a esquecer no meio das piruetas argumentativas. São uma imoralidade digna de país de Terceiro Mundo, onde certos princípios elementares são torpedeados porque é preciso ganhar a vida. Que essa iniciativa tenha nascido numa área partidária que se assume como democrata-cristã, eis a triste ironia de tudo isto. Paulo Portas precisa de estar mais atento às homilias de domingo.

A razão é óbvia: os vistos gold são uma escandalosa violação de um princípio de igualdade que deveria ser sagrado, tanto para cidadãos nacionais como para estrangeiros. Nenhum de nós admitiria que direitos fundamentais como a residência ou circulação estivessem dependentes do tamanho da nossa conta bancária. Isso seria uma clara inconstitucionalidade. Mas é isso que a Lei 29/2012 permite a cidadãos estrangeiros: comprar o direito a viver em Portugal e a passear pela Europa por 500 mil euros. Ainda por cima, vendemo-nos por pouco.

Pior: três curtos meses depois de a lei ter entrado em vigor, a 8 de Outubro de 2012, ela já estava em saldo. A 29 de Janeiro de 2013, os requisitos originais estavam a ser facilitados por despacho: a necessidade de criar postos de trabalho passou de 30 para 10, os investimentos imobiliários passaram a poder ser feitos em regime de co-propriedade, e a transferência de capitais passou a ser permitida através de quotas de empresas não cotadas em bolsa. Tudo devidamente alinhavado para facilitar negócios e diminuir a transparência dos processos.

Assim sendo, chamar aos vistos gold “Autorização de Residência para Actividade de Investimento em Portugal” é apenas um nome pomposo para um processo que pisca os dois olhos à lavagem de dinheiro e onde nunca houve verdadeira “actividade de investimento”. É por isso que não faz sentido pretender, neste caso, separar o domínio da justiça do domínio da política – pela simples razão de que esta é uma lei que se sabia, à partida, ter uma gigantesca probabilidade de atrair dinheiro sujo. Era obrigação de um legislador avisado precaver-se para que tal não acontecesse. Como está à vista de todos, não se precaveu.

Assim sendo, a comparação que o ministro Poiares Maduro usou para comentar este caso –  “se for detectada uma alegada corrupção na construção de um hospital, eu acho que ninguém vai sugerir que não devemos construir hospitais” – é um absurdo, e um absurdo indigno da sua, e da nossa, inteligência. A construção de um hospital é um bem cuja utilidade é reconhecida por todos e que serve a todos. Os vistos gold são um bem cuja utilidade é apenas reconhecida pelo Governo e que serve a muito poucos.


Não chega, portanto, a espantar que a Operação Labirinto tenha dado no que deu. É certo que a forma como a corrupção parece ter batido nos estratos mais elevados do funcionalismo público acaba por ser surpreendente, sobretudo devido à velocidade com que a rede se constituiu. Sem dúvida que isso é sintoma de uma preocupante cultura de facilidade e de uma rede de influências de dimensão assustadora. Mas estamos – e convém sublinhá-lo mais uma vez – a falar de uma lei que se punha a jeito de tantos esquemas, que ter acabado onde acabou é apenas a consequência natural da sua elaboração. Dizer que não há ilações políticas a tirar daqui, é apenas atirar mais areia para os nossos agastados olhos.

"Público" 18/11/2014 

José Gomes Ferreira escreveu na S I C

Exmos Srs Presidentes executivos da Galp e da REN, Engenheiro Ferreira de Oliveira e Dr. Rui Vilar:

Os juristas que trabalharam para as vossas empresas, pagos a preço de ouro, são, certamente, grandes especialistas. Tão bons especialistas que conseguem arranjar argumentos para não cumprir uma lei da República, a Lei do Orçamento do Estado de 2014, onde o imposto extraordinário está previsto.

Por favor, divulguem esses pareceres para todos nós, contribuintes portugueses, podermos deixar de pagar a sobretaxa de IRS ao Estado. Sabem, é que os contribuintes normais não têm possibilidade de pagar estudos desses. E certamente que os argumentos invocados para não pagar a sobretaxa de IRC, são certamente utilizáveis para nós não pagarmos a sobretaxa de IRS. Basta copiá-los.

E sabem, cada um de nós até tem muito mais autoridade moral para utilizar esses pareceres e não pagar a sobretaxa de IRS do que as vossas empresas. É que, quando nós instalamos um pequeno negócio, não temos à partida uma rentabilidade garantida dos capitais investidos como a REN tem garantida por lei; e não temos a possibilidade de andar anos a fio a vender gás natural nos mercados internacionais e encaixar 500 milhões de euros de mais valias, por os contratos de abastecimento terem condições vantajosas, enquanto os consumidores portugueses continuam a pagar o gás nas suas casas a preço de ouro, como fez a Galp Energia.

De facto, a crise quando nasce não é para todos.

A pouca vergonha e a falta de decência chegaram a um nível inimaginável no meu País.


E têm carimbo de eficiência dado pelos melhores advogados portugueses.

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Ex-governante Macedo, o único ministro do MAI multado pela GNR

Segurança Social Mais de 392 mil desempregados sem subsídios em outubro

Acordo Governo admite repor complementos de pensões

Reformas Vitalícias Foi o PSD quem travou Passos Coelho

Manchetes





quinta-feira, 20 de Novembro de 2014

Figueira da Foz

Foto: Pedro Mota Curto

Voto util PS /PSD funcionou para mais uma vergonha de quem se serve deste país e não o serve o país

Quando toca a pilim para o bolso,  PS e PSD estão de acordo...
O CDS absteve-se.
É uma espécie de União Nacional.
A Bem da Nação! 
A proposta foi apresentada pelos deputados Couto dos Santos (PSD) e José Lello (PS). 

Só PCP e BE votaram contra.

Deputado não é uma profissão, é um cargo. Aqueles que são chamados a desempenhá-lo deveriam fazê-lo com zelo, honestidade e patriotismo e não apenas no sentido mercenário de ganharem mais uns milhares ao final do mês.

Se é um cargo eu defendo que os deputados deveriam ser requisitados às empresas onde trabalham e deveriam ser pagos exactamente com os vencimentos que ganhavam nas empresas (a excepção são os boys que nunca tiveram emprego e vão direitinhos para a politica e para a Assembleia como recompensa de nas campanhas eleitorais colarem tantos cartazes).

É obvio que deveriam ter um sistema contribuitivo exactamente igual a outro cidadão isto é junto da Autoridade TRibutária e Segurança Social com as mesmas regalias que os outros trabalhadores deste país.

Quando acabarem de desempenhar o seu cargo devem regressar às suas empresas e integrá-las normalmente.

Expliquem-me lá um Deputado que nunca trabalhou, nunca teve um emprego, ou trabalhava por conta própria porque razão deverá vir a receber uma Subvenção de Integração  quando termina o seu mandato?  Para integrar o quê? O emprego que não tinha? Ou a boa vida que levava anteriormente?

Pobre País

Nahida, a princesa figueirense.... Uma lenda contada por Joana Almeida

Foi na nossa maravilhosa esplanada (Silva Guimarães), que ouvi uma bela lenda sobre a nossa cidade. Sentada num café com aquela brisa do mar, o sol a bater-me na cara e aquele frio de inverno a passar-me nas costas, uma história foi-me contada sobre figueira. Nunca tinha ouvido tal lenda, pesquisei sobre o assunto e agora escrevo para o Figueira Na Hora para todos os Figueirenses que nunca a ouviram.
 Todos nos conhecemos “o resto “do castelo no cimo da freguesia de Buarcos. Quem nunca se questionou sobre avida passada daquele castelo? “Dizem” que uma princesa de nome Nahida morava numa fortaleza na parte baixa da Serra da Boa Viagem. Para além de Nahidaviviam também no castelo, o seu pai e toda a corte.
 A mãe da princesa morre durante o parto. Com a tristeza da sua morte, o pai de Nahida enlouquece e impõe uma lei para que fossem expulsas todas as famílias que tivessem filhos barões com menos de 20 anos. O mesmo sucedia a quem os viesse a ter, até aprincesa atingir a maioridade (os vinte anos). Com isto, o rei pretendia que a sua filha vivesse muitos anos, morresse pura e que não tivesse a mesma morte da mãe. A princesa cresce então, sem conhecer nenhuma criança do sexo oposto. Tinha contudo uma amiga, da mesma idade. Chamava-se Zahra e era filha de um fidalgo. A este, o rei tinha grande confiança e simpatia. Entre as duas crianças cresce uma amizade excessiva.
 Os anos vão passando com um afeto a crescer entre as duas. Um dia, Nahida é acordada pela sua ama, que, muito atormentada lhe conta que seu pai tinha expulsado do castelo toda a família de Zahra. Revoltada com o pai, a princesa chora a falta da sua amiga durante dois anos. Farta de tristeza e da crueldade do rei, Nahida, foge do castelo em direção ao rio. Estava decidida em encontrar a sua companheira de infância.
 A princesa nunca se tinha afastado tanto do castelo. Junto à margem do rio, vê uma árvore robusta cuja forma desconhecia. Perto dela, está uma cabana que Nahida receia. Determinada, avança na sua direção. Junto à cabana, está um barco que se estende por toda ametade do abrigo. Ouve uma respiração suspeita. Destemida, a princesa prossegue. Depara-se com remos, redes e boias. Num canto, já dentro da cabana, vê um cão forte coberto de tecido fino. Temerosa com a possível reação do animal, abandona a casa.
 Nahida, pensa em seu pai e volta para o castelo. Passados vários dias, a ama da princesa, conta-lhe que vira um cão a rondar o castelo já por várias vezes e que o animal trazia sempre consigo um objeto preso à sua coleira. Curiosa, volta ao abrigo. Ao ver o animal, retira-lhe do pescoço um apertado revestimento de cartão que envolvia um manuscrito. Estende-o e ao começar a lê-lo, gotas salgadas vão caindo, molhando a escritura. Era uma mensagem de Zahra.
 A sua amiga de infância, dormia todas as noites junto à figueira plantada perto da foz do rio e sugeriu a Nahida, que se a quisesse ver era só dirigir-se até lá. Com a saudade a apertar-lhe o coração, a princesa corre até à foz do rio à procura da tal figueira. Quando chega, depara-se com Samuel. Conta a lenda que Samuel nasce, e Zahra é o nome que lhe é dado. Seus pais, evitariam assim que o rei os expulsasse para longe do castelo, fingindo sempre que Samuel era uma rapariga. A amizade, a saudade e o amor entre ambos era tanto que juraram nunca mais se separar.
 Passado uns tempos do primeiro encontro entre Nahida e Samuel, o rei morre. Ambos decidem erguer junto à velha figueira, um palácio em honra do seu reencontro. Os anos passam e “uma bela povoação vai surgindo à volta do palácio. Onde se avistava a Norte, no coração de Buarcos, o castelo do reino. A essa povoação virada para sul do castelo, o povo passou a chamar Figueira da Foz, em homenagem àquele persistente amor”.

Retirado de Figueira na Hora

Crónica do Fim do Império




Um trabalho feito pela jornalista de O Público, Cristina Ferreira com a história quase mirabolante da queda deste Império.

Para ler com Tempo e Paciência, mas não deixe de ler.

Parabéns a Carlos do Carmo



Parabéns a Carlos do Carmo

Festival Internacional Xadrês da Figueira da Foz.... Simultanea com Kevin Spraggett "defronta" a 42 jovens


Alunos das escolas Infante D. Pedro, Secundária Joaquim de Carvalho, João de Barros, Abadias e Centro Escolar foram alguns entre os 42 jovens estudantes que na quarta-feira,19, defrontaram o Grande Mestre (GM) canadiano Kevin Spragget, uma simultânea que se realizou pela primeira vez na história do festival numa entidade de ensino.


 Os talentos em potência e dos aliciantes prémios a atribuir a quem vencesse o GM, que já foi um os melhores jogadores do mundo, desta vez não chegaram para que algum dos jovens jogadores lograsse a vitória.

De acordo com a organização - a Assembleia Figueirense - ficou para a história uma tarde memorável de aprendizagem de xadrez e a memória de cada um destes jovens do dia em que enfrentaram um dos melhores jogadores do mundo do seu tempo


A simultânea contou com a presença do presidente da câmara João Ataíde e do vereador António Tavares.

Aconteceu hoje na Figueira.... DEspiste em Buarcos com três feridos


 Três pessoas (mãe e duas crianças) ficaram hoje de manhã ligeiramente feridos após um despiste da viatura em que viajavam.

 O acidente deu-se por volta das 8h45, no final da rodovia urbana que vai desembocar na Tamargueira/Buarcos, com o automóvel a despistar-se e a ficar de rodas para o ar.

 A condutora e as duas crianças ficaram ligeiramente feridas e assustadas pelo que foram conduzidas, por precaução, às urgências do Hospital Distrital da Figueira da Foz.

 No local a prestar socorro estiveram os bombeiros e a PSP.


 (Foto e Texto: José Santos)

Novo Presépio em Portugal

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