quarta-feira, 26 de setembro de 2018

SERÁ QUE É PUBLICIDADE ENGANOSA?


FIGUEIRA DA FOZ PAGA 600 MIL EUROS POR TER RECUSADO HÁ 15 ANOS INSTALAR ATERRO


A autarquia da Figueira da Foz vai pagar uma indemnização de 600 mil euros a uma empresa do grupo Mota-Engil, a quem há 15 anos foi negada a instalação de um aterro de resíduos, foi hoje anunciado.

Intervindo hoje na reunião do executivo, o presidente da câmara, João Ataíde (PS), explicou que a empresa Tratofoz demandou a autarquia no pagamento de cerca de 4,5 milhões de euros por o município, em 2003, não ter prorrogado a licença de construção de um aterro de resíduos industriais banais na freguesia de Maiorca.

De acordo com João Ataíde, o processo intentado pela empresa em 2014 está em fase de pré-julgamento.
"Podemos resolver isto de forma consensual, há mais de um ano que temos essa vontade", argumentou o autarca, adiantando que o acordo com a Tratofoz pressupõe o pagamento faseado de 600 mil euros em três anos.

João Ataíde esclareceu que o Tribunal Administrativo e Fiscal de Coimbra considerou a decisão camarária de não renovar a licença de obra, em 2003, como "um ato arbitrário", abrindo caminho à indemnização à empresa, que poderia chegar a alguns milhões de euros, a maioria por eventuais lucros cessantes (danos emergentes).

"O processo [na fase em que está, prévia a julgamento] pode ser atendido até por má-fé da própria câmara, reconhecido de forma flagrante pelo tribunal. Não temos muitas dúvidas de que inevitavelmente podemos ser condenados nos dados emergentes", frisou o autarca, propondo ao executivo a aceitação do pagamento faseado de 600 mil euros.

De acordo com João Ataíde, a proposta de acordo com a Tratofoz seguirá para ratificação na Assembleia Municipal e será, igualmente, enviada ao Tribunal de Contas "para ter crivo de análise, legalidade e rigor".

A proposta foi aprovada com oito votos a favor - seis do PS e dois do PSD - e o voto contra do vereador social-democrata Ricardo Silva que, em declarações à Lusa, disse não conhecer a contestação camarária em tribunal, nem lhe terem sido facultadas todas as informações que requereu sobre o processo.

"E do que sei, entendo que não tem de ser a câmara a pagar um erro de José Sócrates, que licenciou o aterro", sublinhou.
O processo de instalação de um aterro de resíduos industriais banais numa pedreira da freguesia de Maiorca começou em março de 2000, há 18 anos, ainda no mandato de Pedro Santana Lopes (PSD) como presidente da câmara.

Na altura, Daniel Santos, que era vice-presidente do município, assinou uma certidão a certificar que a obra era compatível com o Plano Diretor Municipal (PDM) então em vigor e que a eventual instalação do aterro teria de ser analisada pelas entidades competentes, nomeadamente o Ministério do Ambiente, então tutelado por José Sócrates.

Em janeiro de 2003, já com a contestação ao aterro no auge - reunindo habitantes de Maiorca e de freguesias vizinhas, ambientalistas e responsáveis políticos, centenas de pessoas que se manifestaram contra a instalação da infraestrutura, temendo pelo futuro das plantações de arroz e da água naquela zona do Baixo Mondego - o então presidente da câmara, Duarte Silva (PSD), já falecido, explicou numa sessão pública que quando tomou posse, um ano antes, o processo já tinha sido iniciado e contava com pareceres positivos do Ministério do Ambiente, Direção Regional do Ambiente e Ministério da Economia, entre outras entidades.

Na altura, Duarte Silva frisou que o aterro de resíduos banais seria instalado num terreno privado e por uma empresa privada - a Tratofoz, que integra o grupo Mota Engil - "que detém todas as licenças necessárias".
Na mesma ocasião, a instalação do aterro foi suspensa por duas semanas - em acordo entre a autarquia e a empresa responsável -, na sequência da contestação popular, período durante o qual foi solicitado à Direção Regional do Ambiente "uma reavaliação exaustiva e profunda da situação".

Seis meses mais tarde, em junho, a autarquia viria a embargar os trabalhos e a recusar renovar a licença de obra - depois desta ter caducado - sem que as dúvidas e críticas da população fossem esclarecidas pelo Ministério do Ambiente.

O processo envolveu pelo menos uma providência cautelar em tribunal, colocada pela então comissão anti-aterro e uma manifestação de 200 tratores agrícolas que entupiu a entrada da cidade da Figueira da Foz, tendo o protesto chegado igualmente a uma Presidência Aberta do então chefe de Estado Jorge Sampaio.



SPORTING FIGUEIRENSE APRESENTA EQUIPAS


segunda-feira, 24 de setembro de 2018

AINDA MAIS???



EU ADMIRO ESTE HOMEM.

ACIDENTE RODOVIÁRIO EM I C 8 POMBAL ROUBA A VIDA A SEIS PESSOAS


ARTES MARCIAIS - TREINO SAMURAI 2018

Dirigido pelo Soke Miguel Abreu 10ºDan, decorreu no passado dia 22 Setembro no Hombu-Dojo (sede) da Associação Internacional MSD RYU na Figueira da Foz o Treino Samurai 2018.

Mais um dia passado no Hombu Dojo da Figueira da Foz, desta vez dedicado principalmente ao trabalho técnico da Katana Japonesa. Seminário que englobou treino nesta arma Samurai que faz parte das artes MSD Ryu Budo e Bujutsu Budo Tai Ryu. Com algumas explicações e demonstrações das semelhanças e diferenças do manejo desta arma nestas duas escolas marciais.

Conseguiu sentir-se que os participantes, mais novos mais velhos, mais graduados menos graduados, todos conseguiram entrar dentro do espírito dos Bushi (samurai) e fazer mais uma vez deste Estágio, mais que um treino de trabalho técnico, mas principalmente um encontro espiritual, fazendo assim sentir-se no Hombu-Dojo o verdadeiro espírito das artes marciais.

Na formação aberta a maiores de 10 anos, estiveram presentes praticantes e mestres de vários Dojos: Hombu-Dojo Figueira da Foz, Dojo Quiaios, Académico de Leiria e Dojo 333 Coimbra.

No final do estágio Soke Miguel Abreu atribuiu os seguintes graus: Shihan João Mendes - 7ºDan Ninjutsu/Bujutsu, Sensei José Carlos Gomes - 5ºDan Ninjutsu/Bujutsu, Instrutor Nuno Inácio - 2ºDan Ninjutsu/Bujutsu, Monitor Pedro Ferreira - 3ºKyu MSD Ryu Budo, Tomás Camarinho - 4ºKyu MSD Ryu Budo.

O Treino Samurai terminou com a entrega de diplomas de participação a todos os presentes.


domingo, 23 de setembro de 2018

Trópico de Cancer - pastel sobre papel
Autor Fernando Carlos Lopes
(Para ver em tamanho grande clicar em cima da imagem)

FIGUEIRA DA FOZ É O PRIMEIRO CONCELHO A IMPLEMENTAR O PROGRAMA «O CICLISMO VAI À ESCOLA

Depois de, em 7 de fevereiro de 2018, ter sido assinado o protocolo de colaboração entre o Município da Figueira da Foz, a Federação Portuguesa de Ciclismo(FPC) e os Agrupamentos de Escolas do Concelho, no âmbito de implementação do projeto «O Ciclismo vai à Escola», esta sexta feira, 21 de setembro de 2018, foi dia de entregar, nas quatro escolas com 2.º ciclo do Concelho - EB 2,3 João de Barros (Agrupamento de Escolas da Zona Urbana), Escola Infante D. Pedro (Agrupamento de Escolas Figueira Mar), EB 2,3 Dr. Pedrosa Veríssimo (Agrupamento de Escolas de Paião) e EB 2,3 Pintor Mário Augusto (Agrupamento de Escolas Figueira Norte), as 40 bicicletas e respetivos capacetes e kits de manutenção que vão colocar cerca de mil alunos a pedalar.

A Figueira da Foz torna-se, assim, o primeiro município do país a ter o programa «O Ciclismo vai à Escola» em funcionamento.

Cerca de mil alunos, dos 5.º e 6.º anos, de todo o Concelho da Figueira da Foz, terão a partir de hoje acesso a bicicletas (10 em cada agrupamento de escolas), e a formação para aprenderem a andar de bicicleta, com tudo o que isso implica: segurança (equipamentos e comportamentos), sinalética e regras de condução em contexto urbano, manutenção dos equipamentos e aprendizagem de reparações básicas, como afinar os travões ou substituir uma câmara de ar.

Segundo declarações da vereadora do Desporto, Mafalda Azenha, presente nas quatro escolas, «em cada agrupamento escolar, uma equipa de docentes com formação ministrada pela Federação Portuguesa de Ciclismo, está responsável pela formação dos alunos.

A Autarquia investiu cerca de 8.000€ em equipamentos, adquiridos à empresa local vencedora do concurso público lançado para o efeito, e está já a trabalhar com os agrupamentos na criação e manutenção de corredores de segurança, que permitam aos alunos a deslocação casa-escola-casa, bem como a garantia de policiamento e acesso a apoio médico». 

A implementação do programa insere-se numa estratégia mais vasta. «É uma estratégia com várias frentes e que passa pelas ciclovias; pelo programa, brevemente disponível, de bicicletas partilhadas, com bases em mais de uma dezena de locais no Concelho; pelo Centro de BTT que terá mais de 160 kms de trilhos cicláveis e um ponto de apoio para lavagem e reparações das bicicletas, já disponível no Parque de Campismo Municipal; e pelo Bicicampus, um dos projetos vencedores do Orçamento Participativo da Figueira da Foz e que dotará a Figueira da Foz de um verdadeiro centro de formação para que crianças e adultos possam aprender a andar e a cuidar das bicicletas e também as regras de segurança», acrescentou ainda a vereadora.

Também presente na jornada de entrega de bicicletas aos agrupamentos, o vice-presidente da Autarquia, Carlos Monteiro, sublinhou que «este projeto se insere numa cultura que alia obras, formação e investimento em equipamentos e infraestruturas no campo da mobilidade suave, com vista à descarbonização e à adoção de estilos de vida mais saudáveis e ambientalmente sustentáveis». 

O vereador da Educação, Nuno Gonçalves, também marcou presença no arranque do programa que integra a promoção da atividade física no quotidiano escolar e na sua relação com a escola. «A Escola é o local de eleição para cativar os mais novos para as boas práticas e, através deles, as famílias», considerou. 

O programa «O Ciclismo vai à Escola» inclui ainda a realização de uma atividade anual de divulgação do ciclismo no Concelho, cabendo a cada agrupamento a definição da estratégia para dinamizar o programa junto dos seus alunos.



sábado, 22 de setembro de 2018

EFICÁCIA NAVALISTA DECIDIU A PARTIDA

Nacional Juniores II Divisão
A formação júnior da Naval 1893 venceu o Gafanha por 2-0 resultado fechado na 2ª metade da partida com golos de Roni e Rica.

Sem querer tirar mérito ao triunfo navalista, digamos que os figueirenses até nem foram superiores à equipa adversária, escreva-se mesmo, que em algumas alturas da partida os navalistas estiveram à beira do xeque-mate, contudo, o futebol muitas vezes resolve-se por detalhes e neste capitulo a eficácia figueirense foi o detalhe para a vitória.

Entraram melhor na partida os visitantes que nos primeiros 5 minutos da partida acercaram-se da baliza navalista por três vezes com bastante perigo. Os figueirenses foram-se defendendo o melhor que podiam e a partir do quarto de hora começaram a equilibrar a partida.

Mesmo assim contabilizando os lances com maior intensidade de perigo estes foram da lavra dos forasteiros que no final da etapa inicial poderiam ter a contenda resolvida não fora o desperdício em exagero ou mesmo a boa exibição do guardião da Naval que várias vezes com arrojadas defesas segurou o nulo.
Se nos primeiros minutos da etapa complementar não se vislumbraram grandes alterações o lançamento de Roni (minuto 66) modificou o ritmo da partida. Com dois extremos rápidos (Roni e Rica) a Naval com uma frente de ataque mais alargada e maior velocidade começou a abeirar-se da baliza forasteira com maior.

A estratégia resultou em pleno e volvidos poucos minutos num contra-ataque rápido a Naval chega ao golo por Roni.

Reagiram os forasteiros e a Naval foi obrigada a recuar passando por algumas dificuldades, contudo aproveitando a subida adversária um lançamento longo apanhou a defensiva da Gafanha em contrapé e Rica sentenciou de imediato à partida.

Os momentos finais da partida foram de rebelião dentro e fora do campo, com os visitantes a serem punidos com duas expulsões.

A vitória navalista pela sua eficácia não sofre de contestação, porém os visitantes só se podem queixar de si mesmo e do seu desacerto em termos de finalização.

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

FIGUEIRA DA FOZ ASSINALOU 136 ANOS DE ELEVAÇÃO A CIDADE

A Figueira da Foz foi elevada à categoria de vila em 1771. O seu crescimento ao longo do século XIX devido à abertura de novas vias de comunicação e à afluência de veraneantes foi o mote que justificou a 20 de Setembro de 1882, a sua elevação à categoria de cidade.

Em 1982, ano em que se comemorou o Primeiro Centenário da Elevação a Cidade da Figueira da Foz, foi inaugurada a Ponte Edgar Cardoso, que veio substituir a ponte antiga (que não permitia que embarcações passassem sob si). A nova ponte, que rapidamente se transformou num ex-libris da cidade, é considerada uma das mais bonitas e imponentes do país.

Hoje o executivo camarário figueirense assinalou a data numa cerimónia simples mas de grande significado para uma cidade que se mostra virada para o futuro. Logo pela manhã, foi hasteada no mastaréu principal do edifício dos Paços do Concelho a bandeira da cidade.
Seguiu-se depois uma breve cerimónia junto da Estátua do Centenário, com Carlos Monteiro e José Duarte Pereira, respectivamente vice-presidente do executivo e presidente da AM que se fizeram acompanhar de Vereação e alguns presidentes de junta sob a guarda de hora dos Bombeiros Municipais e Voluntários da cidade.

No final da cerimónia, Carlos Monteiro numa breve alocução falou dos projectos que estão a decorrer no concelho, salientando diversas requalificações umas já concluídas outras a concluir no domínio da educação, saúde e desporto.

Para além das requalificações que estão a decorrer na cidade, Buarcos e Cabedelo – esta última a iniciar-se brevemente – o autarca quis colocar enfoque já que se está na semana da mobilidade no trabalho “feito na perspectiva das novas ciclovias, nomeadamente Figueira – Vila Verde, bem como a fase de conclusão do concurso de bicicletas partilhadas com a oferta de 10 bicicletas a cada um dos agrupamentos escolares”.

Na vertente desportiva, Carlos Monteiro avançou que o concurso para o arrelvamento sintético do Estádio Bento Pessoa vai ser lançado, porém a curto prazo perspectiva-se também a requalificação do Campo da Cova Gala.

A vereadora do Desporto Mafalda Azenha referiu dois projectos em que a edilidade está envolvida, “Bicicampos” e o Centro de BTT que podem demorar algum tempo devido a várias formalidades mas já estão em curso.

Carlos Monteiro terminou dizendo “que há muito ainda por fazer, mas a Figueira da Foz será sempre uma cidade voltada para o futuro e o progresso”.


NÃO QUERO ACREDITAR


TIMOR PODE SER A SOLUÇÃO DOS ESTALEIROS NAVAIS DO MONDEGO

Via Diário as Beiras

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

ANO LECTIVO 2018/2019: MAIS DE 2M€ PARA A EDUCAÇÃO NA FIGUEIRA DA FOZ



O ano letivo 2018/2019 já arrancou na Figueira da Foz. Este ano a rede pública da Educação Pré-Escolar e do 1ºCEB do Município é constituída por 20 Jardins de Infância, frequentados por 581 crianças e 26 Escolas do 1º CEB, com um total de 1.691 alunos, distribuídos pelos quatro agrupamentos de escolas do Município: Figueira Norte, Figueira Mar, Paião e Zona Urbana. Entre a comparticipação de transportes escolares (520.000€) e Refeições Escolares /Prolongamento de Horário (1,299M€); o apoio em fichas de trabalho e material escolar (13.700€) e as intervenções em edifícios escolares (180.000€), o Município disponibiliza mais de 2 milhões de euros para a Educação.

 O Vereador da Educação, Nuno Gonçalves, está a acompanhar, desde a passada sexta feira, dia 14 de setembro de 2018, o arranque do ano letivo 2018/19 no Concelho da Figueira da Foz. Assim, depois de na sexta feira ter marcado presença nas EB1’s de Paião e de Carvalhais de Lavos, esta segunda foi a vez do Jardim de Infância de Conde Ferreira e ainda da EB1 Dr. Rui Martins. Neste estabelecimento, que chegou a ter indicação para encerrar devido ao reduzido número de alunos, foi com satisfação que o Vereador constatou que o arranque de mais um ano letivo decorreu sem sobressalto para qualquer das quatro turmas do 1.º ao 4.º anos do 1.º Ciclo do Ensino Básico (CEB), à semelhança do que, referiu, «está a acontecer, até amanhã, em todo o Concelho».

Com 73 alunos divididos por quatro turmas autónomas, a EB1 de Rui Martins conta com quatro docentes, um professor de apoio de Educação Inclusiva (antiga Educação Especial), com exclusividade para este estabelecimento, e ainda uma docente ao abrigo do Programa EPIS (Empresários Pela Inclusão Social), de combate ao insucesso escolar em duas frentes: na escola e com as famílias. «Graças ao enorme empenho da Direção do Agrupamento, da Coordenadora para o 1.º ciclo e pré-escolar, dos professores e de toda a comunidade educativa, foi possível reabilitar  esta escola junto da comunidade e voltar a colocá-la num patamar de bom serviço às famílias das, agora, dezenas de alunos que aqui dão os seus primeiros passos do que esperamos que seja um percurso académico de sucesso», afirmou o vereador.


«A Educação merece toda a nossa atenção e precisa, naturalmente, de mais do que dinheiro para ser um sucesso partilhado por todos, em especial pelos alunos, mas o investimento municipal, que este ano ultrapassa os 2M€, é bem demonstrativo da importância que o Executivo atribui à formação dos nossos mais jovens cidadãos», acrescentou. «A Educação Pública é um dos pilares fundamentais da sociedade, da cidadania, da democracia e do seu desenvolvimento social e económico, mas também do bem-estar individual das crianças, jovens e famílias da Figueira da Foz, e nós trabalhamos diariamente para garantir as condições necessárias para que esta seja a geração mais bem preparada de sempre», concluiu o autarca.

terça-feira, 18 de setembro de 2018

ESTADIO MUNICIPAL JOSÉ BENTO PESSOA VAI SER REQUALIFICADO


 O Estádio Municipal José Bento Pessoa vai ser requalificado, avançou o vice-presidente da câmara, Carlos Monteiro, na reunião de vereação. O concurso público já foi lançado e as obras deverão custar 450 mil euros.

Nesta empreitada será instalada relva sintética, para a prática de futebol de 11, mas a autarquia pretende requalificar todo complexo, contemplando a construção de uma pista de atletismo.

A câmara denunciou o contrato de cedência do equipamento municipal com a Naval 1.º de Maio, invocando incumprimento por parte do clube. Desde2009, o executivo camarário instalou relvados sintéticos, novo sistema iluminação e bancadas e construiu balneários nos campos de treinos daquele complexo desportivo municipal.

Em 2017, em parceria com a Celbi, procedeu à instalação de relvado sintético e à iluminação do campo da Leirosa.

Campo abandonado

Indagado, na reunião de câmara, pelo vereador do PSD Ricardo Silva sobre o estado de abandono do campo do Bom Sucesso (com relvado sintética), Carlos Monteiro lembrou-lhe que a infraestrutura é da junta de freguesia.

No entanto, não afastou a possibilidade da Câmara da Figueira da Foz poder vir a participar na recuperação do campo de futebol, mas, questionou: “Para que é que vamos gastar dinheiro no campo quando não conheço um grupo [desportivo] que esteja interessado [no campo]?”


Via Diário as Beiras

NÃO DEIXEM MORRER UMA EMPRESA QUE FOI REFERÊNCIA NACIONAL NA INDUSTRIA DE CONSTRUÇÃO NAVAL

Via Diário as Beiras

 A TODO O VAPOR: Foram 37 anos...não foram 37 dias que laborei nesta empresa. Custa-me aceitar que depois de tantos figueirenses de todo o concelho ali terem dado a sua força de trabalho, força essa que granjeou o nome dos Estaleiros Navais do Mondego como uma das referências na Industria de Reparação e Construção Naval a nível nacional, esteja agora a empresa com a Certidão de Óbito passada e apenas à espera da ordem para a sua fixação.
Penso que as forças vivas desta cidade deverão fazer tudo quanto esteja ao seu alcance para defender esta industria da cidade. Se hoje se diz que somos um país que temos de explorar o mar, certo é que Carreira Naval Figueirense, Naval Centro, Foznave, empresas de construção naval desta cidade  já se finaram e os Estaleiros Navais do Mondego parece terem o mesmo. rumo.

domingo, 16 de setembro de 2018

ZÉ MANEL (FOTO BRAGA) DEIXOU-NOS...


Há momentos na vida que queremos falar e a comoção é tanta que não o conseguimos. Soube há pouco do falecimento do meu amigo Zé Manel da Foto Braga.

Custa a acreditar que aquele bacano tão cheio de vida e boa disposição tenha partido para a sua última viagem sem se despedir.

Zé Manel ao longo dos anos fomos sempre amigos, tantas vezes me desenrascaste e eu te chateei para me dares uma foto. Vou sentir essa falta da tua amizade, da tua disponibilidade, de ti.

 Nesta hora de imensa dor quero deixar as minhas sinceras condolências a toda a família, particularmente a sua esposa e aos meus queridos amigos Marco Figueiredo e José Figueiredo dizendo-vos que nada mais posso dizer a não ser dar-vos um voto de coragem e de solidariedade nesta hora difícil.

Zé Manel estejas onde estiveres vai olhando por nós!!!


As cerimónias fúnebres realizam-se amanhã pelas 17 horas no Crematório da Figueira da Foz