domingo, 18 de novembro de 2018

NACIONAL JUVENIS: NAVAL1893 TERMINA PRIMEIRA FASE COM DERROTA CASEIRA


A Naval terminou a 1ª fase do Campeonato Nacional de Juvenis com uma derrota caseira ao receber o CAD – Entroncamento.

O Jogo começou “frio” com ambas as equipas a não desenvolverem numa parte inicial bons lances de futebol e estudando-se mutuamente, quando a bola já fluía entre os dois conjuntos de forma mais rápida aos 20´apareceu a melhor oportunidade dos visitantes na primeira parte que beneficiaram de uma mão na área dos Navalistas, após um canto conquistado pelo homens do Entroncamento. Penalty prontamente assinalado pelo arbitro Sr. André Castro e o avançado do CAD coloca a bola sobre o lado direito da baliza mas Henrique Fernandes defende com um encaixe perfeito da bola para alivio dos Navalistas e impedindo assim a inauguração do marcador.

Com o lance os Figueirenses motivaram-se e partiram para ataques mais consistentes e aos 28´ Tomás Costa após cobrança de um livre rematou de primeira por cima da baliza dos homens do Entroncamento, aos 33´foi a vez do CAD atacar com perigo mas Henrique responde com mais uma defesa segura, coloca a bola além da linha do meio campo em Pedro Lucas e este caminha a passos largos e rápidos para a baliza adversária, coloca a bola em Afonso Caleia que se foi adiantando pela esquerda e este dispara pleno de confiança mas a razar o poste. Os mesmos protagonistas logo no minuto (34´) seguinte voltaram a criar perigo, mas desta vez num canto cedido pelo CAD, mas o Guardião adversário resolveu com boa defesa.

Com o intervalo o marcador registava um nulo, a Naval queria subir as suas linhas e assim se iniciou a 2ª parte, logo com dois lances de muito perigo Navalista finalizados por Pedro Lucas (42´) e Afonso Caleia (49´), ambos com o mesmo destino, ao lado da baliza do CAD.

Aos 68´ num canto cedido pela Naval, os homens do Entroncamento conseguiram o golo solitário com que conquistaram os 3 pontos, deixando a sensação clara aos presentes de falta atacante do marcador do golo Tomás na confusão que se gerou na área, mas assim não entendeu o trio de arbitragem e golo foi mesmo validado.

Até ao final com a entrada de Bernardo Matos a equipa ainda subiu no terreno em busca do tento da igualdade, mas o futebol direto adotado não se traduziu em lances de grande perigo com duas exceções criadas por Bernardo Matos aos (81`) que de cabeça após bom cruzamento da direita viu a bola sair pela linha de fundo e por José Gata (83`) que rematou já dentro da área pleno de oportunidade e colocação, mas, com a direcção final da malha lateral da baliza do CAD.

Boa prestação da equipa de juvenis da Naval nesta primeira fase do Campeonato Nacional de Juvenis que calhando numa série muito competitiva realizou bons encontros de futebol, deixando no ar a possibilidade de uma boa prestação na 2ª Fase (Manutenção/Despromoção) que vai disputar brevemente.

FIGUEIRA DA FOZ



sábado, 17 de novembro de 2018

REMADORES DA NAVAL EM DESTAQUE NOS TESTES NACIONAIS


Os centros regionais da Federação Portuguesa de Remo de Viana do Castelo, Porto, Coimbra e Lisboa receberam, na passada quarta-feira, a primeira fase de testes nacionais, com vista à constituição das equipas que irão representar Portugal na seleção nacional de Remo.

Do Remo da Naval participaram 6 Atletas, 1 sénior, 3 juniores masculinos, 1 júnior feminina e 1 Juvenil masculino, que realizaram os testes de ergómetro, nas distâncias de 5 km (juniores e juvenis) e 10 Km (seniores).

Deste conjunto de Atletas destaca-se o Atleta Raul Rodrigues que obteve o 3º melhor resultado nacional na categoria de Júnior. 

Os Atletas João Gaspar e Diogo Carvalho, que ainda é Juvenil, atingiram os valores mínimos para avançarem a par com o Raúl para a próxima fase dos Testes. Os Atletas Duarte Oliveira e Inês Rodrigues apesar do bom teste realizado não atingiram os mínimos para prosseguirem para a fase seguinte e o Atleta João Soares, viu-se forçado a desistir após uma indisposição que o incapacitou de concluir o Teste.

Deste modo, os três Remadores da Naval apurados vão estar presentes na próxima fase de testes, desta feita em barco (Skiff), que se realizará durante o mês de dezembro, em Avis.

O Núcleo de Antigos Remadores da Associação Naval 1º de Maio, numa época que teve um arranque dramático com a destruição do Posto Náutico e alguma instabilidade associada ao espaço para treino, congratula-se com os resultados obtidos e endereça publicamente os sinceros parabéns a este conjunto de Atletas e ao seu Treinador José Canhola, que, apesar de tudo e contra todas as contrariedades, têm a nobre aspiração de vir a representar a seleção nacional de Remo nas competições internacionais, elevando o nome da Naval e o da cidade da Figueira da Foz ao mais alto patamar do Remo…

Núcleo de Antigos Remadores da Associação Naval 1º de Maio

LIVRO SOBRE OS PRISIONEIROS PORTUGUESES DA 1ª GUERRA APRESENTADO NO AUDITÓRIO MUNICIPAL

A Biblioteca Municipal promove dia 30 de novembro, pelas 14h30, no auditório municipal, no âmbito do centenário do Armistício da 1ª Guerra Mundial, uma sessão de apresentação do livro «Prisioneiros Portugueses da Primeira Guerra Mundial – Frente Europeia -1917/1918», o primeiro da investigadora figueirense Maria José Oliveira. 

O livro é um estudo histórico onde se relata com desenvolvimento e qualidade literária e científica os 100 anos da participação de Portugal na Primeira Guerra Mundial, e designadamente a permanência de prisioneiros de guerra portugueses.

A sessão é gratuita, direccionada à comunidade escolar e público em geral, e sujeita a inscrição prévia: biblioteca.municipal@cm-figfoz.pt.

MARIA JOSÉ OLIVEIRA nasceu na Figueira da Foz e vive em Lisboa. É licenciada em Jornalismo pela Escola Superior de Jornalismo do Porto, mestre em História Contemporânea e aluna de doutoramento em História Contemporânea na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa.

Foi jornalista do Público (1996-2012) e colaboradora da revista Visão História (2012-2015). Coordenou a equipa de jornalistas que trabalhou para o filme “As Mil e Uma Noites”, de Miguel Gomes (2013-2014) e fez assistência de investigação para as duas temporadas da série documental “História a História” (RTP, 2014-2016).

É jornalista freelance, colabora do jornal Observador, e investigadora integrada do Instituto de História Contemporânea.

BOM FIM DE SEMANA


quarta-feira, 14 de novembro de 2018

MENINOS DA NAVAL MAIS POBRES… O ROQUE DEIXOU-NOS


A notícia surgiu ao fim da tarde, e deixou-nos atordoados. Morreu o Roque e assim parte mais uma memória da nossa Naval e do nosso S Siro.

José Manuel Teixeira Roque o seu nome mas para nós que partilhamos tantas e tantas brincadeiras no nosso velho salão era simplesmente o Roque.

A doença venceu um homem de grande força, um bom amigo, um bom companheiro que quase diariamente víamos no habitual passeio pedestre da marginal ou a passear num dos seus famosos descapotáveis.

O corpo do Roque estará hoje (14/11) para as cerimónias fúnebres na Igreja da Ordem Terceira (Páteo de St. António) onde pelas 15: 30 sairá o seu funeral.

Descansa em paz amigo…Até sempre!!!

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

FAMILIARES DE MENEZES RECEBERAM QUASE DOIS MILHÕES EM OFFSHORE QUANDO ESTE ERA AUTARCA


Ministério Público considera que dinheiro terá sido “vantagem indevida” dada ao então presidente da Câmara de Gaia, mas acaba por arquivar processo por falta de provas.

Foram duas transferências com um valor global de quase dois milhões de euros que tiveram origem numa misteriosa sociedade offshore chamada Longe Company LLC, sedeada nos Estados Unidos, que não se conseguiu apurar a quem pertence. O dinheiro desaguou em Novembro de 2008 numa conta, aberta uns dias antes, na sucursal offshore de Macau do BCP, em nome do pai de Luís Filipe Menezes, então presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, e em nome de um dos filhos do autarca, Pedro. Depois de muitas voltas uma parte substancial do dinheiro foi encaminhado para Portugal e acabou por servir para comprar em 2012 um luxuoso apartamento na Foz, no Porto, onde vive o ex-presidente do PSD.

As informações constam num processo que correu no Departamento de Investigação e Acção Penal do Porto em que Menezes foi investigado por vários crimes, incluindo corrupção, e que acabou arquivado em Julho passado por falta de provas. Vários pedidos de cooperação internacional conseguiram desvendar o circuito do dinheiro, a maioria do qual entrou em Portugal, em Abril de 2012, numa conta do pai de Menezes, aberta uns dias antes, no Banco Espírito Santo. Os 1.435.600 euros foram regularizados do ponto de vista fiscal com o recurso ao terceiro Regime Excepcional de Regularização Tributária (RERT III), que implicou o pagamento de 107.670 euros de impostos.Apesar de formalmente o dinheiro ter sido enviado para contas do pai de Menezes e de um dos seus filhos, o Ministério Público (MP) não acredita que fosse realmente deles. A conclusão foi retirada depois de analisados os rendimentos declarados pelos dois familiares de Menezes ao longo de vários anos. Por isso, a procuradora titular do inquérito, Maria Adelaide Morais, escreve numa carta rogatória a pedir elementos às autoridades judiciárias norte-americanas que “se encontra demonstrada a impossibilidade absoluta” dos quase dois milhões de euros serem do pai de Menezes e do filho Pedro já que “os mesmos não apresentam proveitos que, minimamente, o sustentem”.
Nesse pedido de cooperação, com data de Novembro de 2016, a procuradora escreve: “Do confronto de todos os elementos resultam indícios de que Luís Filipe Menezes, em razão do cargo desempenhado ou por causa dele, terá auferido vantagens indevidas que escamoteou, canalizando-as, através de seu pai e filho, pelo menos em parte, para conta bancária no exterior”.

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O dinheiro, que entrou na conta dos familiares de Menezes no BCP de Macau, passou para outra conta do advogado Amorim Pereira, - que foi o director financeiro da campanha de Menezes à câmara do Porto, em 2013 - na mesma sucursal offshore, e depois andou a saltar entre duas contas no Luxemburgo, ambas em nome do pai de Menezes e do filho Pedro. O advogado Amorim Pereira aparece a realizar a maior parte das transacções bancárias, como representante daqueles familiares do autarca. (ver infografia)

Numa informação de Fevereiro de 2016 da PJ, que investigou o caso, afirmava-se que era “convicção da investigação” que a conta do BES e as do Luxemburgo não eram controladas pelos efectivos titulares, sendo “Luís Filipe Menezes o detentor do respectivo controlo por intermédio de Amorim Pereira, procurador da conta com plenos poderes no que respeita a operações bancárias”.

O MP acreditava que a complexidade dos movimentos servia para encobrir a verdade. “As sucessivas transferências entre contas bancárias provenientes e com destino a terceiros relacionados directamente com Luís Filipe Menezes apontam para que todos eles tenham actuado em nome e benefício deste, procurando, através do número de intervenientes e das operações já detectadas, obstar à reconstituição dos movimentos financeiros, entretanto, efectuados e proceder à circulação e integração dos activos em causa, de modo a impedirem a descoberta da sua verdadeira proveniência”, escreve a procuradora em vários pedidos de cooperação internacional.No despacho de arquivamento do caso, a magistrada conclui que “toda a panóplia de contas bancárias utilizadas e bem assim a localização das entidades bancárias e os intrincados e sucessivos movimentos levados a cabo” se iniciaram com duas transferências ocorridas em Novembro de 2008. Ambas foram ordenadas pela empresa Longe Company LLC, em Delaware, um estado norte-americano que funciona como um centro financeiro offshore. Foram pedidas às autoridades judiciária locais informações sobre a empresa, mas, na resposta, nem sequer foi identificado o nome do agente, o único que aparece nos registos oficiais. Apenas se refere que “os agentes, quando registados, tinham morada em Gibraltar” e que a empresa se encontra “cancelada, por não existência de agente registado e por não pagamento de impostos/taxas”. O MP também tentou obter informações através dos dois bancos envolvidos nas duas operações: o ABM Amro Bank, com sede em Amesterdão, e o Banco Privado Português, Cayman. Mas todas as diligências se revelaram infrutíferas, tendo a procuradora decidido arquivar o inquérito. Isto ao abrigo de uma norma que determina esse desfecho quando não tenha sido “possível ao Ministério Público obter indícios suficientes da verificação de crime ou de quem foram os agentes”.

Contactado pelo PÚBLICO, Luís Filipe Menezes insiste que “nunca teve um tostão no estrangeiro” e garante que os dois milhões nada têm a ver consigo. “O dinheiro é do meu pai. Se tinham alguma dúvida deviam ter chamado o meu pai e a mim e nunca o fizeram”, afirma o antigo presidente do PSD. De facto, nem Menezes, nem qualquer familiar seu foram inquiridos no processo, que nunca teve arguidos. Menezes insiste que a mãe vendeu em 1971 um grande colégio que fundou em Ovar ao Estado, na altura por mais de oito mil contos. “Hoje seria o equivalente a dois ou três milhões de euros”, insiste, sem explicar porque é que o dinheiro andou a saltitar entre várias contas no estrangeiro. A venda é referida no processo, mas o MP não encontrou na Conservatória do Registo Predial de Ovar elementos sobre essa operação. Só de uma outra feita, dois anos mais tarde, entre a Câmara de Ovar e o Ministério da Educação.

Como um andar que custou um milhão foi parar às mãos de Menezes 

Amorim Pereira chegou a ser alvo de escutas entre Março e Junho de 2016, mas das intercepções não resultaram elementos com relevância para o inquérito. Segundo o próprio Amorim Pereira, que garante o “desconhecimento absoluto” da investigação, nessa altura já não mantinha qualquer contacto com Menezes ou seus familiares. “Não tenho qualquer contacto com o Dr. Menezes ou com o pai há mais de seis anos”, assegura. Amorim Pereira recusa pronunciar-se sobre os factos apurados na investigação, argumentando que “todas as intervenções” que teve “foram como advogado”, logo estão abrangidas pelo sigilo profissional.
Mais de 630 mil euros foram transferidos em 2010 da conta do advogado, em Macau, para a uma conta no banco suíço UBS, em nome da primeira ex-mulher de Menezes, Maria Cândida Tavares. O divórcio foi decretado em Fevereiro desse ano e as transferências ocorrem entre Junho e Dezembro, saindo o dinheiro dessa conta no próprio dia ou nos dias seguintes para um destino não identificado no processo. Contactada pelo PÚBLICO, Maria Cândida Tavares insiste que não sabe nada sobre o tema. “Não faço a mínima ideia disso. Estou de boca aberta”, reage. O filho Pedro atendeu o telefone, mas desligou, argumentando estar numa reunião. E não voltou a atender.

Uma pergunta: Porque não tratou deste caso o Juiz Carlos Alexandre? 

MARIANA OLIVEIRA 

DIVISÃO HONRA AFC: SOURENSE COLOCA FIM NA INVENCIBILIDADE DA NAVAL


A Naval 1893 perdeu por 3-0 diante do GD Sourense, numa deslocação ao Campo Dr. António Coelho Rodrigues, a contar para a 7.ª jornada da Divisão de Honra da AFC, somando assim a sua primeira derrota da época.

Na próxima jornada os homens da Figueira da Foz jogam em casa recebendo AD Tocha, no Campo de Treinos Municipal José Bento Pessoa. Os figueirenses são agora 5.º classificados na tabela a quatro pontos do líder Pampilhosense.



domingo, 11 de novembro de 2018

NACIONAL JUVENIS...LEÕES NÃO DERAM HIPÓTESES À NAVAL 1893 E DEMONSTRARAM PORQUE SÃO LIDERES


A Naval 1893 deslocou-se á Academia do Sporting em Alcochete para defrontar os lideres da série C do  Campeonato Nacional de Juvenis e saiu derrotado por 3 bolas sem resposta.

O Sporting apresentou-se em campo determinado em dominar o jogo e após breve minutos de circulação de bola e estudo da defesa Navalista, Bruno Tavares (Melhor em campo do Sporting) apareceu livre de marcação á entrada da área e disparou pleno de intenção encostado ao poste para inauguração do marcador.

Seguiu-se uma fase em que a Naval tentou sair a jogar com a bola controlada, mas a defesa Sportinguista e os médios iam anulando uma a uma as incursões Navalistas até á sua zona defensiva não tendo causado grande perigo.

Aos 36´começou o pendente ofensivo dos da casa a fazer sentir-se, primeiro por Joelson Fernandes e depois por Paulo Agostinho aos 38´mas Henrique Fernandes(Melhor em campo da Naval) respondeu com duas excelentes defesas. O pendente ofensivo do Sporting não abrandava e aos 39´numa boa jogada de entendimento entre Joelson Fernandes que centrou da direita para a entrada da pequena área e Paulo Agostinho de cabeça dilatou a vantagem num golo de belo efeito.

Na reposição de bola ao centro os Sportinguistas ganharam a bola no circulo central e Bruno Tavares dirigiu-se como uma flecha para a baliza, mas encontrou Henrique Fernandes que além de defender o remate a este ainda negou o golo a Joelson Fernandes que pleno de oportunidade tentou a recarga mas o Guardião Navalista bloqueou por completo a baliza, apitando logo de imediato o Sr. Bruno Reboucho para intervalo.

Com o intervalo a Naval conseguiu reorganizar o seu sistema de jogo e isso notou-se no avançar no campo dos homens da Figueira, fazendo com que as incursões dos alas Sportinguistas fossem mais moderadas destacando-se apenas uma jogada aos 47´em que Bruno Tavares cruzou do lado esquerdo para a cabeça de Paulo Agostinho mas este só consegui pentear o suficiente para a bola passar a razar o poste.

A melhor oportunidade que o Sporting teve na segunda parte não a desperdiçou e isso aconteceu aos 55´em que Umaro Baldé progrediu pelo lado esquerdo do seu ataque, cruzou com peso e medida para a cabeça de Paulo Agostinho e este posicionado na pequena área  colocou a bola de cabeça no canto da baliza Navalista. Estava feito o 3-0 para os Sportinguistas.

A Naval queria continuar a sua luta em busca do tento de honra e esteve quase para acontecer aos 61´com Pedro Lucas a ganhar uma bola lançada para a frente, saltando mais alto que os defesas centrais do Sporting conseguiu isolar-se á marcação dos centrais, mas no duelo com o Guarda redes do Sporting Raimundo Duarte este levou a melhor.
Até ao final da partida destaque para mais três intervenções do guardião da Naval que não permitiram o dilatar da vantagem para desespero dos Sportinguistas que tudo tentaram para aumentar o resultado como tem sido seu apanágio nesta fase.

Arbitragem a bom plano e pedagógica do trio Lisboeta.

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FIGUEIRA MAR TAMBÉM TEM UM WEBSITE DE EDUCAÇÃO FÍSICA


O Agrupamento de Escolas Figueira Mar (www.aefigueiramar.pt)  tem um Website específico para a Educação Física e Desporto Escolar, disponível em www.edfisica.pt.

Depois de se registarem, os alunos podem consultar documentos, vídeos, fotos e "links" sobre as várias matérias da disciplina e conhecer os torneios e atividades que os professores de Educação Física estão a organizar.

Caso queiram participar em alguma atividade, podem inscrever-se online.


sábado, 10 de novembro de 2018

NACIONAL JUNIORES II DIVISÃO: NAVAL 1893 PERDULÁRIA CEDE EMPATE CASEIRO DIANTE DO POMBAL

 Naval 1893 e Sporting de Pombal não foram além do empate a um golo na partida que esta tarde disputaram na Figueira da Foz com golos da autoria de Bruno Cid e Ricardo.

Com esta igualdade a Naval ficou mais longe (4 pontos) dos lugares que dão acesso à disputa do título que são agora ocupados pela Oliveirense e Lusitano ambos com 21 pontos.

A partida foi muito disputada e dividida mas a eficácia navalista deixou muito a desejar, para além de desperdiçar uma grande penalidade no início da partida, perto do final do jogo teve o golo à vista em duas ocasiões mas o desperdício falou mais alto.

As duas equipas entraram muito cautelosas, contudo um lançamento longo ao minuto 7 isolou um dianteiro figueirense que acabou derrubado pelo guardião forasteiro. Cobrada a grande penalidade, o “capitão” Pato permitiu a defesa do guardião pombalense.

Já com cheiro a intervalo (minuto 44) o Pombal teve a sua melhor e única oportunidade de chegar ao golo, porém, Gustava em cima da linha evitou o tento visitante e garantiu o nulo dos primeiros 45 minutos.

A etapa complementar começou com uma perdida de Rica (48) e como se diz na gíria que quem não marca sofre dois minutos volvidos o Pombal inaugura o marcador num lance confuso em que a bola embateu no travessão e seguindo-se uma série de ressaltos até que o esférico colou às malhas.

A Naval reagiu alcançou um ligeiro ascendente e ao minuto 65 o guardião visitante foi obrigado a defender fora da sua área mas fê-lo com as mãos. Punido com o 2º amarelo e consequente vermelho deixou a equipa reduzida a 10 unidades.

A partir daí o Pombal entregou a iniciativa de jogo aos navalistas colocando toda a equipa atrás da linha da bola. A Naval subiu no terreno e ao minuto 75 Ricardo de fora da área disparou um “míssil” que deixou o guardião contrário pregado ao solo e os figueirenses a festejarem o empate.

Com 15 minutos para jogar pensou-se que os figueirenses ainda pudessem dar a volta ao jogo já que actuavam com mais uma unidade. Os nervos e a ansiedade foram maus conselheiros bem como o chuveirinho para cima da área e o empate acabou por prevalecer com um amargo de boca para os navalistas que poderiam ter feito bem melhor.

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

PARADA ARTÍSTICA DA CHARANGA A CAVALO DA G N R CANCELADA DEVIDO A PREVISÃO DE MAU TEMPO

CANCELADO
Em consequência das condições climáticas adversas (precipitação/chuva durante a toda a manhã/tarde e vento forte) previstas para o próximo domingo e atestadas pelo Serviço de Protecção Civil da Figueira da Foz, o município da Figueira da Foz decidiu cancelar a Parada Artística da Charanga a Cavalo da Guarda Nacional Republicana, agendada para dia 11 de novembro na Figueira da Foz.



A BOLA DÁ A CONHECER A "FIGURA DA JORNADA"... FIGUEIRENSE, PEDRO NUNO (MOREIRENSE)



TEATRO DO OBLÍQUO VAI PARA TERMAS

 No âmbito do Programa INATEL 55+.pt, da Fundação INATEL, o grupo de teatro da Associação Viver em Alegria / Universidade Sénior da Figueira da Foz vai representar a peça “ Histórias Reais”, no Palace Hotel das Termas do Bicanho, no próximo dia 12 de novembro, pelas 21.00 horas.

 “Proporcionar um espetáculo divertido que nos faça refletir a vida quotidiana, pegando em situações corriqueiras para explorar o absurdo e os limites da linguagem foi a linha condutora da conceção desta peça.

“Histórias reais”, por a vida ser um contínuo de fragmentos que vamos esquecendo ou revivendo, sejam eles alegres ou menos alegres! De resto, mesmo quando se fala de coisas tristes, o prazer e a alegria acontecem.”

 Interpretação de Anália Filipe, Ana Paula Veloso, Conceição Toscano, Elizabete Barbosa, Fernando Lopes, Luís Ferreira, Maria Lurdes Romão, Mariana Menem.

A partir de textos de Karl Valentin e de Luís F. Veríssimo
Dramaturgia, Encenação e Espaço cénico, Luís Ferreira

Esta iniciativa do Inatel, é direcionada para cidadãos com 55 ou mais anos, com o objetivo central de disponibilizar serviços de turismo social, mobilizando as comunidades seniores do interior, possibilitando -lhes a aquisição de novas competências através do contacto com o vasto património cultural, gastronómico e natural do nosso país.

FUTEBOL EM FIM DE SEMANA




NOVOS DONOS QUEREM REABILITAR EDIFÍCIO O TRABALHO

 Via Diário as Beiras

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

DIPLOMAS E MEDALHAS DE MÉRITO PARA ALUNOS DA ESCOLA JOÃO DE BARROS


Mais de duas centenas de alunos receberam no passado dia dois de novembro, diplomas e medalhas de mérito académico (98), desportivo (113), individual (1), nacional (23) e internacional (1).

A cerimónia realizou-se no Grande Auditório do Centro de Artes e Espetáculos (CAE) que se encheu com pais, familiares e amigos dos alunos, para assistirem à sessão solene  de entrega dos prémios.

Esta cerimónia teve como objetivo reconhecer publicamente o esforço, a dedicação e o empenho dos alunos. Os diplomas e as medalhas foram entregues aos alunos que frequentaram a escola do 5º ao 9º ano de escolaridade, no ano lectivo de 2017/2018 bem como aos alunos do 4º ano das escolas do 1º ciclo do agrupamento. Todos os premiados passam a integrar o Quadro de Mérito da escola.

Após visualização de um pequeno filme sobre a escola e atividades por esta levadas a cabo, o Diretor, professor José Castanho, enalteceu o trabalho dos alunos e professores, no ano transato e reiterou a importância de cultivar a excelência. A cerimónia continuou com a apresentação das várias categorias premiadas e que constituem o Quadro de Mérito.

 A cerimónia contou ainda com a presença de Nuno Gonçalves, Vereador da Educação, Célia Carrasqueiro, Diretora de Recursos Humanos da empresa Verallia, Gonçalo Tomé, CEO da Plasfil e Cristina Pelicano em representação da ERTC.

Foram ainda entregues diplomas no âmbito do Projeto Eco-Escolas a todas as escolas do agrupamento.

A cerimónia terminou com um momento musical, em que alunos, professores, pais/ encarregados e restantes presentes, dançaram ao som da música "I believe I can fly."

Este é, sem dúvida, um momento marcante quer pelo protagonismo que é dado aos alunos que vêem o seu esforço compensado, quer a todos os que os apoiaram no seu sucesso, como professores e pais.