terça-feira, 15 de janeiro de 2019

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FOI A 27ª CRIANÇA A NASCER NA ESTRADA...DESTA VEZ NÃO FOI NA A14 FOI NA SAÍDA

Via Diário as Beiras

BREVEMENTE NUM QUIOSQUE PERTO DE SI!


PARABÉNS S I T

115 ANOS AO SERVIÇO DA CULTURA

FIGUEIRENSE DANIEL AZENHA TOMA POSSE COMO PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO ACADÉMICA DE COIMBRA



OIPINIÃO ...LES ENFANTS TERRIBLES


Em todos os partidos políticos houve sempre fações internas, dissidências, discordâncias entre correntes ideológicas e até posicionamentos éticos diversos, mas o sentido de oportunidade em que publicamente estas diferenças se tornam conhecidas deveriam ser regulamentadas!

Os partidos felizmente são plurais, e não representam um colectivo completamente uniforme mas representam, ou devem representar, uma matriz ideológica transversal e partilhada por todos aqueles que dele fazem parte, um fio condutor que a todos identifique e que por isso mesmo os conote com uma estratégia.

As crises políticas intrapartidárias não são novidade, sobretudo em partidos que alternam o poder e cuja situação de oposição não satisfaz a sua base de apoio. Toda esta reflexão vem a propósito da crise precipitada esta semana no PSD, por Montenegro e outras vozes dissonantes da condução do Partido por Rio, a escasso tempo de preparação para eleições, o que a par com a saída de Santana Lopes, considerado o “enfant terrible” pela sua irrequieta forma de estar na política partidária, vem destruturar um momento politico que se queria de convergências internas.

Quando uns partidos enfraquecem não quer dizer que outros se reforcem… Apenas a democracia fica mais frágil! Na Figueira, acompanham-se as tendências nacionais, é a moda ou são “les enfants terribles”?!


VEM E TRAZ UM LEÃO CONTIGO


Leões da Figueira organizam excursão de apoio ao Sporting no encontro com o Moreirense que se realiza no Sábado pelas 18 horas

A saída do autocarro está agendada para as 13:30 junto ao Nucleo do Sporting da Figueira da Foz

Autocarro e ingresso 20 Leões

Informações e Inscrições 962 566 788

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

 Via Diário as Beiras

OPINIÃO: ANDREIA GOUVEIA...‘NONSENSE’ DE ESTADO


(Onde imaginamos o Professor Marcelo a comentar o Presidente Marcelo)

«E agora para algo completamente diferente». Os indefetíveis de Monthy Phyton conhecem bem esta deixa e o que ela anunciava: mais um brilhante trecho de farsa/comédia dos britânicos que mudaram o sentido de humor a uma escala global.

Em Portugal, depois de um Presidente da República lacónico e frio escolhemos, «para algo completamente diferente», Marcelo Rebelo de Sousa.

Uma opção, ainda assim, bem diferente de outras que têm estado a ser feitas em diversas partes do mundo, onde cantores, atores ou palhaços são chamados a assumir cargos públicos relevantes, num movimento que, julgo, nasce da confluência de duas circunstâncias: a de os eleitores quererem mostrar um cartão vermelho aos (partidos) políticos mais tradicionais por os sentirem cada vez mais desfasados da realidade e das preocupações das pessoas reais, e a de uma crescente vulgarização, dessacralização se preferirem, destas funções, que antes nos surgiam revestidas de uma aura de solenidade.

Sim, houve um tempo em que nos era lícito crer e querer que os nossos deputados, por exemplo, fossem os mais bem preparados entre nós, os mais inteligentes, argutos, íntegros e eloquentes.

De alguma forma, Marcelo Rebelo de Sousa era a solução que fundia este valor do passado, de valor intelectual, e o do presente, de homem de carne-e-osso, que ri, brinca, se emociona e está mais próximo das pessoas. E eu não vou mentir: comecei por gostar. Da afetividade, da omnipresença nos locais de tragédia aonde, não sendo efetivamente útil, chegava com o peso da sua solidariedade, que era afinal a nossa. Era diferente do que conhecíamos e era bom.

Depois, «para algo completamente diferente», Marcelo Rebelo de Sousa manteve-se igual a si próprio. Ao comentador. Ao Professor. A dar opinião pública sobre tudo, de questões do mundo do futebol às mais insignificantes polémicas do dia.

Assisti, com aquela sensação desconfortável de vergonha alheia, a verdadeiras emboscadas de jornalistas ao Presidente da República, à saída de um ou outro evento. Não lhe perguntavam sobre um ou dois temas relevantes. Perguntavam-lhe sobre tudo, sabendo de antemão que eram grandes as probabilidades de obterem umas palavras do mais alto magistrado da Nação capazes de justificar uma notícia de primeira página.

Porque até o tema mais insignificante ganha honras de parangonas se o Presidente da República lhe dá crédito, atenção, palavras. Cheguei a temer que comentasse o último episódio de alguma novela. Acho que não aconteceu, mas não garanto.

Em Portugal, depois de um Presidente da República lacónico e frio escolhemos, «para algo completamente diferente», um representante que não representando o sentir da maioria dos portugueses, nem o seu, chama irmão a um recém-eleito de qualidades democráticas e humanas muito duvidosas.

Respeito institucional para com um país com uma larga comunidade portuguesa? Claro que sim. Respeito pela vontade democraticamente expressa dos brasileiros? Tudo bem. Mas não era preciso ser mais papista do que o Papa, não era preciso nem chamar-lhe irmão nem acelerar um convite para uma visita a Portugal. De Monthy Phyton passamos para o Diácono Remédios: Não havia necessidade.

A terminar, o Presidente dos Afectos decidiu mandar um beijinho público a uma figura pública do entretenimento, para tanto interrompendo uma reunião de trabalho. Um puxão de orelhas camuflado à concorrência, no dia seguinte a terem dado voz a um assassino com uma ideologia anticonstitucional? Há quem pense que sim. Há quem pense que não, que foi só o Professor a ser o Professor.

Eu só lamento não poder ir a um universo paralelo, em que o comentador Marcelo pudesse ainda tecer considerações sobre estas bravatas do Presidente Marcelo. Quase o consigo ouvir, debruçado sobre a mesa do estúdio, a mão a avançar em direção ao Júlio Magalhães, a bater aberta ora à direita ora à esquerda (aqui sem conotação política):

«Ir ao Brasil representar o País, na sequência de um acto eleitoral? Bem. É respeitar a democracia mesmo quando não gostamos do resultado e é defender os portugueses que lá estão. Chamar irmão e convidar para uma visita a esta distância temporal? Mal. Não representou o sentir dos portugueses nem, como se sabe, o seu, e pode ter colocado o país numa situação delicada porque, a acontecer, a recepção ao Sr. Bolsonaro pode não ser a mais feliz. Em relação ao telefonema para a Cristina Ferreira, devia tê-lo feito em privado. O Presidente da República e o Cidadão não podem ser como a Olívia Patroa e a Olívia Costureira, não é um cargo que se possa despir num intervalo para vestir a pele de cidadão comum. Esteve mal, foi um momento de nonsense de Estado e não de Sentido de Estado. Dito isto, o País tem assuntos mais importantes em que se concentrar, porque isto é um fait-divers. Vamos aos livros?»

Conseguiram ouvir e ver na vossa cabeça?

Até para a semana, vou atender um telefonema…

Andreia Gouveia 
       LUX24


domingo, 13 de janeiro de 2019


NAVAL 1893 CEDE EMPATE AO PAMPILHOSENSE (1-1) E É AGARRADO NA LIDERANÇA


 Naval e Pampilhosense defrontaram-se esta tarde no Sintético do Municipal Bento Pessoa empatando a um golo. Face ao empate a Naval perdeu a liderança isolada repartindo-a agora com o Sourense.

Foi um dia para esquecer, a formação navalista desfalcada de três titulares – Fred, João Vasco e Graça - teve na eficácia o seu ponto mais fraco já que desperdiçou no espaço de seis minutos duas grandes penalidades.

As expectativas eram imensas, figueirenses lideravam e visitantes estavam na 3ª posição o que desde logo fazia antever um jogo disputado com duas equipas a lutarem pelos três pontos.

E assim foi. Entraram melhor os visitantes que nos minutos iniciais levaram o perigo à baliza navalista em três ocasiões. A Naval sentiu o perigo organizou melhor o seu espaço de meio-campo e passou a disputar o jogo de igual para igual.
 O resultado - empate a zero – ao intervalo não surpreendia e as expectativas aumentaram para a etapa complementar. O Pampilhosense logo de entrada tentou empurrar a Naval mas os figueirenses a atacarem com rapidez pelas linhas cresceram e passaram a ameaçar o ultimo reduto visitante com maior acuidade

No seguimento de uma bola parada, Samuel inaugurou o marcador para os da casa, os figueirenses galvanizados pelo golo aumentaram a pressão atacante e beneficiaram de uma grande penalidade por mão de um defesa adversário.

César foi chamado à cobrança porém o guarda-redes visitante com boa estirada segurou a diferença mínima. Ainda se discutia o lance e o desperdício já o juiz assinalava nova grande penalidade, desta feita, a cobrança ficou a cargo de Nogueira, que não fez melhor que César e permitiu a defesa do guardião visitante.

O desperdício navalista fez crescer os homens da Pampilhosa que a cerca de 10 minutos do final empataram o jogo.

Refira-se que a formação navalista devido às ausências entre onze titular e banco apresentou cerca de 8 jogadores com menos de 20 anos.

No cômputo final se não tem acontecido os penaltis o resultado até poderia estar certo, contudo com duas penalidades desperdiçadas os figueirenses acabaram por se penalizar a si próprios deixando fugir dois pontos que lhe poderão fazer muita falta no futuro.



SOLIDARIEDADE COM O “CAPITÃO” FERNANDO
O “capitão navalista lesionado no mês passado foi esta semana sujeito a intervenção cirúrgica ao ligamento cruzado anterior no Centro Cirúrgico de Coimbra.
Ainda em convalescença o capitão navalista esteve presente no Estádio em apoio aos seus companheiros de equipa que não esqueceram a figura do seu capitão e lhe prestaram homenagem envergando camisolas que retratavam a sua solidariedade por este momento menos bom do seu “capitão”.

Fotos Ana Costa


MAS QUE RAIO DE PAIS É ESTE QUE ATÉ O PRIMEIRO MINISTRO É VITIMA DE ESPECULAÇÃO


JUNIORES DA NAVAL SOMAM 3ª DERROTA CONSECUTIVA E HIPOTECAM DISPUTA DO TITULO E SUBIDA AO ESCALÃO PRINCIPAL

A formação Júnior da Naval 1893 hipotecou a sua passagem à Fase de discussão do título ao sair derrotada por 1-0 no confronto com a Oliveirense, derrota que surgiu já em tempo de compensação através de uma grande penalidade.

O encontro reunia algumas expectativas já que os dois emblemas em confronto tinham aspirações de passar à segunda fase onde poderiam para além de ambicionar o título também de igual forma a subida de divisão.

Escreva-se entretanto que a equipa navalista caiu a pique somando em casa três derrotas consecutivas uma situação curiosa e estranha já que liderando a classificação, tinha motivação para outros voos já que o calendário se tornava favorável pois recebia na Figueira da Foz os adversários directos, Ac Viseu, Eirense e Oliveirense.

Assim não aconteceu e aguardemos agora a segunda fase onde se discute a manutenção para avaliar o desempenho navalista.

No frente a frente com a Oliveirense cedo deu para ver que os visitantes não seriam pera doce. Foram dividindo o jogo com períodos de domínio alternado, se bem que a Naval na etapa complementar foi mais dinâmica e mais forte na manobra ofensiva.

Contudo diz-se na gíria do futebol que ganha quem marca, e neste aspecto os visitantes acabaram por ser mais felizes, pois quando já toda a gente contava com o empate, uma grande penalidade cometida ao 3º minuto de compensação acabou por decidir a partida.