quarta-feira, 7 de junho de 2017


Por motivo de doença do seu autor este blog vai estar encerrado por tempo indeterminado.

NAVAL AINDA ESPERA UM MILAGRE EM PLENO “CORREDOR DA MORTE”

À beira de cumprir 125 anos de história, que só o incêndio de 1997 abalou, o emblema da Figueira da Foz, que conta apenas com 20 sócios pagantes, enfrenta o momento da verdade.


A Associação Naval 1.º Maio caiu nos distritais, por onde não se lembrava de andar desde 1965. Este pode até ser o facto desportivo mais relevante da actualidade, ainda que na prática seja o menos angustiante. A Naval vive no fio da navalha, dias de insuportável incerteza, uma sensação de dor que pode ainda ser superada pelo sentimento de profundo abandono a que está votada. A história possível de recuperar, por entre uma amálgama de equívocos, chega a assumir contornos de crueldade, especialmente quando falamos de um dos clubes mais antigos de Portugal. Um emblema resignado a percorrer os últimos metros do “corredor da morte” à espera de um indulto, de preferência a tempo de celebrar o 125.º aniversário.

O colapso está à vista de todos e não adianta virar a cara ou as costas ao problema. A cidade, as forças vivas, o tecido empresarial, os responsáveis políticos, os rivais, o simples cidadão figueirense têm primado — salvo honrosas excepções — pela indiferença. Só assim se explica o estado deplorável em que se encontra a casa da Naval. O odioso da questão recai, em peso, sobre alguém que pode ser perfeitamente identificado pelos navalistas: Aprígio Santos parece ser o responsável máximo pela vertigem megalómana que vitimou a Naval, apontarão os principais detractores do presidente da SAD, presidente do clube, dono e senhor do emblema figueirense.

Começar com 11 jogadores e acabar com 158 golos sofridos

Aprígio Santos enfrenta problemas pessoais e profissionais igualmente graves e o declínio financeiro do homem do chapéu ou a mera esterilidade da galinha dos ovos de ouro da Naval não permite, há muito, continuar a suportar qualquer tipo de estrutura, muito menos a que guindou o clube da Figueira da Foz ao mais alto patamar do futebol profissional português, onde acabou por se transformar num monstro insaciável e incontrolável. O tempo das mariscadas, do leitão e do champanhe, dos 1001 afectos navalistas, torna-se cada vez mais uma recordação distante, uma miragem. A opulência deu lugar à ruína.

Estádio votado ao abandono

O estádio municipal transporta-nos para um cenário de guerra. O relvado com quase 40 anos assumiu uma existência errante, selvagem, alvo fácil de chacota nas redes sociais, acossado por drones e câmaras indiscretas que captam imagens degradantes. A vegetação apoderou-se do recinto que, não há muito tempo, acolhia 9000 adeptos. As bancadas amovíveis apodreceram, o ferro e as cadeiras foram reconvertidos em trocos que nem para comprar bolas chegam. Os torniquetes aguardam estoicamente, já sem a companhia dos eucaliptos entretanto expulsos. As torres de iluminação repousam sobre poços de água. E, mesmo sem utilização, obrigam a Naval a pagar uma taxa de 2000 euros mensais. Qualquer incumprimento leva ao corte de energia, o que não seria inédito. Aconteceu, aliás, na véspera do último Natal, deixando os jogadores “residentes” da formação sem electricidade durante nada menos do que uma semana.

Os escalões de formação, que contra ventos e marés resistem e e continuam a contribuir com títulos de campeão para o acervo do clube, vivem do esforço financeiro e dedicação dos pais dos atletas. No museu, reduzido ao espólio deixado pelos incêndios da sede, em 1997, e um mais recente — na sala de imprensa convertida em depósito da história do clube —, vão entrando os troféus dos miúdos e do remo, modalidade histórica que opera milagres no clube náutico, um dos poucos motivos de orgulho da Naval.

Sem ser autónoma, a secção de remo procura alhear-se o mais possível dos problemas que estrangulam o clube. As dívidas consomem toda e qualquer receita ou simplesmente invalidam a atribuição de subsídios. Ainda assim, a Naval consegue produzir campeões. Com três dezenas de atletas, o remo quer afirmar-se pela positiva e está a cultivar uma imagem distinta. A Taça da Beira Litoral, com os clubes da região (em infantis, iniciados e juvenis) recupera a tradição das provas de remo na foz do Mondego, numa perspectiva de mobilizar a cidade e de aproximar o centro da Figueira da Foz e o rio. Mas as pequenas vitórias do remo e do futebol de formação não disfarçam uma crise que ameaça o futuro de todos.

Vinte sócios em dia

A Naval conta hoje 20 sócios pagantes... No mínimo, eloquente. Qualquer ajuda terá, por isso, que chegar ao destino convertida em géneros, sejam remos ou equipamentos. Longe vai o tempo em que descarregavam os camiões com os melhores barcos olímpicos vindos directamente da Alemanha. Apesar de tão penosa realidade, há quem não aceite bem a solidariedade de um clube como o Leixões, cuja oferta de equipamentos para treino feriu algumas sensibilidades.

Num estádio absolutamente surreal, resiste um pequeno espaço de oração, junto aos balneários, com a imagem da Nossa Senhora de Fátima aparentemente intocável. No fundo — que é onde o clube parece ter finalmente batido — é de um milagre que a Naval precisa. Se possível, antes da ordem de despejo que poderá ser dada a qualquer momento.
A autarquia não assume, por enquanto, uma posição de força. O estatuto de utilidade pública da Naval, função que vai cumprindo na formação, é o raio de esperança. Enquanto “senhorio”, a câmara aguarda uma resposta da SAD navalista, notificada para esclarecer o que pretendem os responsáveis fazer relativamente ao estádio.

“Antes de mais, é preciso respeitar e salvaguardar a história da Naval, que está a atingir os 125 anos de existência. O clube cumpre uma função importante enquanto instituição com estatuto de utilidade pública desportiva. Nesse sentido, temos tentado dialogar, mas há já algum tempo que não obtemos respostas”, afiança o vereador do Desporto, Projectos e Obras Municipais, Carlos Monteiro, assumindo ser impermeável a pressões.

O poder local vê-se manietado, enredado numa expectativa que se arrasta sem que possa vislumbrar-se uma solução que dignifique e honre o nome da Naval. Para agir e assumir a reparação do estádio, a autarquia teria que “despejar” o inquilino. Precisamente o que pretende evitar. A discriminação de que a câmara é acusada por não punir o incumprimento navalista — por oposição aos demais clubes — é matéria delicada, para gerir com pinças, uma vez que todos os proveitos da SAD são absorvidos pela dívida à Segurança Social e ao fisco, dívida que ninguém sabe ao certo onde começa e acaba.

Augusto Bernardino
Público 07/06/2017



domingo, 4 de junho de 2017

FIGUEIRA DA FOZ

Foto Pedro Mota
(Para ver em tamanho total clicar em cima da imagem)


NAVAL MANTÉM-SE NA 1ª DIVISÃO NACIONAL JUNIORES A


A formação de juniores da Naval brindou  no passado sábado os seus adeptos  com uma exibição fulgurante derrotando o vice-comandante Estoril por 5-1 resultado construido na etapa complementar da partida após chegar ao intervalo a perder por 1-0.

Foi talvez a melhor ou uma das melhores exibições da temporada, os sub 19 navalistas não vacilaram e mesmo estando 45 minutos em desvantagem tiveram a força e raça de virar o rumo dos acontecimentos nos segundos 45 minutos.

Ari assinou o grito de revolta aos 51 minutos, e Yakam dois minutos depois colocou a Naval em vantagem. A avalanche de futebol ofensivo era tanta que os navalistas estavam imparáveis e só na base das faltas podiam ser travados.

Isso mesmo aconteceu aos 63 e 80 minutos com osa forasteiros a cometerem duas grandes penalidades indiscutíveis que Nuno André cobrou com êxito total. 

Yakam a figura do jogo

Pelo meio Yakam figura central da partida assinou mais um golo brindando a sua actuação com dois golos e uma assistência para golo.

No final houve festa e registe-se  o desportivismo da formação do Estoril que aplaudiram a claque navalista pelo apoio que transmitiu à equipa.

Como referência final, refira-se mais uma época de ouro do futebol de formação navalista que continua na elite do grupo de clubes que tem todos os escalões a competir nos respectivos campeonatos nacionais.

Saudações a todo o grupo de trabalho navalista desde jogadores a técnicos incluindo seccionistas pelo bom trabalho desenvolvido. 

NAVAL (INICIADOS) VENCE TAÇA AFCOIMBRA


A equipa de Iniciados da Naval venceu na tarde de hoje o Marialvas por 5-0 conquistando desta forma a Taça Associação Futebol de Coimbra.

Mais um êxito para o historial navalista e mais um Troféu para a sua Sala Museu


Dirigentes navalistas referem que na inauguração do Sintético Figueirense o Presidente da Edilidade João Ataíde exortou os jovens a vencerem e a serem campeões.

A resposta está dada pois desde aí a equipa navalista tem tido sucessos de referencia continuando a disputar o campeonato Nacional de Iniciados.

MEIA MARATONA DA FIGUEIRA DA FOZ PÕE MILHAR E MEIO A CAMINHAR E CORRER

Nelson Oliveira da Académica de Coimbra e Carla Martinho do Recreio de Águeda sagraram-se vencedores da 11ª Meia Maratona da Figueira da Foz.

O evento desportivo foi organizado pela Camara Municipal e Atletas.Net constituindo mais uma etapa de consolidação duma prova com um traçado de referência sempre corrido à beira-rio e beira-mar. 

No evento inseria-se ainda uma prova de 10 mil metros que teve como vencedores Bruno Gaspar (Vermoil) e Deonilde Costa (Individual) e uma Caminhada onde participaram centenas de pessoas

Para além da componente competitiva entendeu a organização da Meia Maratona Figueira da Foz realizar uma ação de solidariedade com a Delegação local da Liga Portuguesa Contra o Cancro doando a esta instituição 1 euro por cada inscrito entregando à responsável da instituição a quantia de 1 600 Euros.


RECORDE HISTÓRICO MUNDIAL

Arte Marcial fundada pelo Mestre Figueirense Miguel Abreu é a primeira do mundo a ter a bandeira hasteada do topo do planeta. 
O MSD RYU BUDO é a primeira arte marcial do mundo a ter a sua bandeira no ponto mais alto do planeta. A bandeira da nossa arte marcial foi hasteada no passado dia 15 Maio 2017 no topo do Monte Evereste a 8,848m de altitude. 

Este feito histórico deve-se a toda a dedicação dos membros da direção da MSD RYU BUDO Nepal. E ao esforço sobre-humano do alpinista Mr. Lakpa Gelbu Sherpa. A todos os que se empenharam neste feito mundial quero apresentar os meus sinceros agradecimentos e transmitir toda a minha grande felicidade, por terem consigo alcançar esta marca histórica que muito me honra e ficará para sempre na história das artes marciais. 

Se conseguimos fazer chegar a nossa bandeira ao topo do planeta, concerteza que também conseguiremos com o esforço de todos fazer chegar a nossa arte marcial a todos os cantos do mundo. 

"Soke Miguel Abreu"

Grande Mestre Fundador do MSD RYU BUDO (Martial Self Defense).

sexta-feira, 2 de junho de 2017

FIGUEIRA DA FOZ

 Foto Pedro Mota
(Para ver em tamanho total clicar em cima da imagem)


AOS SEUS LUGARES...

                         PS                           MPT                 PSD                 CDS                        CDU

QUEM VIRÁ A OCUPAR O CADEIRÃO ?

CAMARA MUNICIPAL 2017

JUNIORES DA NAVAL EM JOGO QUE VALE UMA ÉPOCA


A formação de Juniores da Naval tem amanhã (sábado) pela frente um importante jogo em que será decidida a permanência ou descida da equipa à 2ª Divisão Nacional. 

Quando o encontro começar a Naval tem uma vantagem de um golo sobre o Nacional da Madeira o que significa que os figueirenses necessitam de vencer o Estoril por um resultado melhor do que aquele que venha a ser apurado no encontro entre o Oeiras e o Nacional, isto na hipótese de os insulares sairem vencedores.

Será de referir que quer o Estoril quer o Oeiras têm as suas posições perfeitamente definidas pelo que quer Naval e Nacional só poderão contar consigo próprias para a conquista do melhor resultado que favoreça os seus interesses.

Perante este cenário seria bom que os figueirenses, quer sejam adeptos, simpatizantes  da Naval ou não, possam apresentar-se no sintético figueirense como 12º jogador da turma navalista e manifestar o seu apoio nesta derradeira jornada que pode decidir uma época.


AGENDA DESPORTIVA DE FIM DE SEMANA

 Sábado , 3 de Junho 
Nacional de Juniores 1ª divisão

17 h Naval x Estoril
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Distrital de Infantis A. Campeão

11h Naval x Pedrulhense
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Distrital de Benjamins A . Campeão

11h30m AAC OAF x Naval
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Domingo , 4 de Junho 

Distrital de Juvenis A. Campeão

11h Naval x Vigor
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Taça AF Coimbra Iniciados

 Final

16h Naval x Marialvas

Campo do Ançã


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SÁBADO E DOMINGO
PRAIA DO CABEDELO
ALLIANZ FIGUEIRA PRO 3º ETAPA LIGA MEO SURF
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FIGUEIRA DA FOZ ATRAI INVESTIMENTO



OPINIÃO...RUI CURADO DA SILVA

Editado no Diário as Beiras

FESTAS DE SANTO ANTÓNIO COM QUIM BARREIROS


ENTRE HOJE E DOMINGO A ELITE DO SURF NA FIGUEIRA DA FOZ


A Praia do Cabedelo, Figueira da Foz, recebe a partir de hoje, até domingo, o Allianz Figueira Pro, terceira etapa da Liga MEO Surf, principal competição nacional de surf.
Com duas etapas já disputadas, Tiago Pires e Vasco Ribeiro e Carol Henrique e Teresa Bonvalot partilham a liderança no ranking na categoria masculina e feminina, respetivamente.

O Allianz Figueira Pro contará com os wildcards atribuídos pela Associação de Surf da Figueira da Foz, Sérgio Ramos e Rita Vasconcelos, aos quais se juntam, a convite da Associação Nacional de Surfistas, João Antunes (ex-tricampeão nacional), e os também locais António Pedro Fernandes e Filipe Fadigas.

Para além da competição principal e da Allianz Triple Crown, o Allianz Figueira Pro atribuí os prémios do Figueira Best Surfer (destinada a surfistas locais e que tem um prémio repartido entre ambos de 1.500 euros), Renault Expression Session, Somersby Onda do Outro Mundo, do Moche Groms Cup (subtroféu para surfistas até aos 16 anos), uma iniciativa da FPS e ANS, e do MEO Rip Curl Fantasy.



REVISTA DE IMPRENSA








NOTÍCIAS AO MINUTO


quarta-feira, 31 de maio de 2017