sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Hoje Na Figueira da Foz foi notícia...

Ministro Saude garante: Hospital de Dia Oncológico e Urgência Médica Cirúrgica do Hospital da Figueira da Foz não fecham



O ministro da Saúde, Paulo Macedo disse esta sexta-feira, na Figueira da Foz que o Hospital Distrital (HDFF) vai manter o hospital de dia oncológico bem como a urgência médico cirúrgica, cujas instalações vão ser alargadas.

8 comentários:

Mandukita disse...

Apoiado! mas vindo deste ministro/governo, é preciso ter cuidado!

Anónimo disse...

Pois, muito cuidado e já agora a VMER como é que fica???

rgs disse...

Uma excelente notícia.
Contudo, não devemos baixar a guarda na defesa do Hospital.

Anónimo disse...

A VMER vai ficar associada à equipa de urgência. Daqui a umas semanas ou meses vamos ter a equipa da VMER a pertencer totalmente à equipa de Urgência o que implica menos 1 enfermeiro e 1 médico por turno na urgência, já que esse são substituídos pelos da VMER. Sempre que estiverem a tratar de um doente e forem chamados para uma emergência vão ter que deixar o doente que estão a tratar para ir responder à emergência. Não sei se vão ter tempo para passar adequadamente o doente que têm em mãos aos colegas da urgência. É o acabar com a qualidade de cuidados de saúde que o serviço nacional de saúde tem prestado à população. Aniquilar a pouco e pouco o que de bom há no sector público para dar de mão beijada ao privado.
Isto é como colocar queijo dentro de uma armadilha para ratos, da-se o queijo, o ratito fica todo contente ao ver o queijo e depois tranca-se-lhe o pescoço.

Figueirense Revoltado

Rogério Neves disse...

A sua preocupação tem toda a razão mas esperemos sinceramente que o quadro que traça não seja o que o preocupa.
Mas lá diz o ditado "de boas intenções está o inferno cheio" e não me admiro que se procurem desmobilizar as pessoas e de repente saiam medidas gravosas.

Anónimo disse...

Gostaria que alguém me explicasse como é que o Hospital vai funcionar com os mesmos níveis de qualidade, se o ministério das finanças retém 5 milhões de euros do bolo anual atribuído para o seu funcionamento. Com papas e bolos…

Rogério Neves disse...

Caro Anónimo das 19:37
A questão que coloca julgo que só o futuro poderá responder.

Anónimo disse...

In “SAÚDE SA”
“…Em 2012, a “troika estrangeira” e o governo PSD/CDS reduziram significativamente as transferências do OE para o SNS, e ao mesmo tempo, por lei, criminalizaram qualquer compromisso que ultrapasse os limites de fundos disponíveis definidos administrativamente, que correspondem a “75% da média da receita efectiva cobrada nos últimos dois anos nos períodos homólogos, deduzida dos montantes de receita com carácter pontual ou extraordinário”, ou seja, uma redução superior a 25%, isto é um valor ainda inferior às transferências a que o SNS e os Hospitais EPE têm direito em 2012 (a redução nas transferências, entre 2011 e 2012, foi de 8,8% para o SNS e de 6,6% para os Hospitais EPE). É evidente que com esta redução de facto tão elevada e com a ameaça, se forem ultrapassados aquele limite de 75%, dos “ titulares de cargos políticos, dirigentes, gestores ou responsáveis pela contabilidade que assumam compromissos em violação do previsto na presente lei incorrem em responsabilidade civil, criminal, disciplinar e financeira, sancionatória e ou reintegratória” é previsível que muitos serviços de unidades de saúde, nomeadamente dos Hospitais EPE, fiquem impossibilitados de funcionar normalmente e que tenham de paralisar ou fechar serviços, com consequências dramáticas para a população."