domingo, 18 de outubro de 2015

PAÇOS FERREIRA ABRIU A PORTA E EXPULSOU NAVAL DA TAÇA


Naval foi anfitriã do primodivisionário Paços Ferreira e como costuma dizer-se levou para contar, mas apesar da goleada (7-1) sofrida creio que os navalistas não se sentirão minimamente afectados nomeadamente na vertente anímica por resultado tão desnivelado.

Pelo contrário, a Naval bateu-se bem com as armas que tinha ao seu dispor - boa vontade, seriedade, e acima de tudo vontade de surpreender – mas para mal dos seus pecados calhou-lhe em sorte um adversário que levou as coisas muito a sério e se apresentou na Figueira da Foz com um nível de eficácia de registo superior.

Entre os minutos 20 e 45 a Naval sofreu cinco golos, o primeiro um autêntico “míssil” disparado a uns bons 35 metros por Romeu, seguindo-se três minutos depois uma grande penalidade, a partir daí ou por desconcentração ou por erro de estratégia a Naval sofreu mais 3 golos quase iguais, isto é, lançamentos nas costas dos defesas que tentaram colocar adversários em fora de jogo mas não o conseguiram.

Na segunda metade da partida o registo mais positivo acabou por ser o merecido ponto de honra da Naval, marcado por Luís Leite, de resto, uma Naval mais crente em si própria, um Paços com um matador de nome Bruno Moreira – quatro golos – um jogador sempre em grande rotação e mais dois golos para a turma da capital do móvel.


Como nota final, percebemos o porquê, mas foi bom ouvirmos e constatarmos que estava a ser jogada uma partida de futebol no Bento Pessoa contrariando o silêncio quase sepulcral de outros jogos.

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