domingo, 26 de março de 2017

NAVAL AFUNDADA PELA ARMADA DA CARAPINHEIRA


O Carapinheirense venceu a Naval por 5-2 na 7ª jornada do Campeonato de Portugal em jogo realizado na Figueira da Foz, resultado que catapulta o emblema comandado por António Cortesão para o 4º lugar da tabela da Série F alcançando com este triunfo uma almofada pontual positiva de sete pontos sobre o primeiro clube da linha de água de despromoção enquanto a Naval vê o seu sonho de manutenção mais distante.

“Derby” seja em que circunstância for é sempre um jogo de emoção e características especiais. Este não fugiu à regra e as duas equipas abordaram a partida de forma intensa na tentativa de se surpreenderem regateando mesmo nos instantes iniciais a iniciativa de jogo. Apesar da turma forasteira se aproximar da baliza contrária com mais facilidade, a Naval na segunda abordagem à baliza do adversário inaugurou o marcador (minuto 15) por Rodrigo bem assistido por Yakan.

Ainda ecoavam os festejos navalistas, dois minutos volvidos Luís Alves na sequência de um ressalto rematou forte à entrada da área e estabeleceu o empate. O jogo ganhou emoção e a partida ficou repartida com os dois conjuntos a procurarem o golo com alguma intensidade, o que escreva-se não aconteceu até ao intervalo.

Após o recomeço no primeiro ataque do Carapinheirense, Gabriel substitui o guardião Colaço e defendeu com as mãos. De imediato foi assinalada o penalti que Bertrand cobrou com sucesso e o médio navalista recolheu aos balneários com o vermelho directo.

Os da Figueira nem tempo tiveram para pensar, já que Seidy um minuto depois dilatou a vantagem na sequência talvez da mais vistosa jogada de toda a partida. A formação do Carapinheira apesar de dois golos de vantagem sentiu que um eventual golo navalista poderia reabrir o jogo acelerou processos e Bertrand uma dezena de minutos volvidos à meia volta fez o 4-1.

Os da Naval quiseram mostrar que não atiravam ao toalha ao chão e Bernardo ao minuto 64 reduziu a desvantagem, para um minuto depois Yakan na cara de Paulo André desperdiçar a melhor ocasião de golo de toda a partida. A partir daí a Naval quebrou e o recém-entrado Bakaramoco pouco depois veio a  apontar o golo que viria a fechar o marcador.


4 comentários:

Anónimo disse...

Seniores nos nacionais, só na nossa pequena terrinha da Carapinheira.Nós temos o dom do bem receber, e acarinhar como fazemos nos juniores com os jovens do concelho da Figueira. Dirigentes de boca, não precisamos, não se ofereçam, os que temos são de coração e da terra.Este foi infelizmente o caminho que destinaram os sócios desse centenário clube, direção não existe, coordenadores para a formação, são figuras que se auto-promoveram se, e lentamente criam conflitos com os clubes de maior dimensão vizinhos, grande rumo que tomaram, deixem ao menos viver o remo, aliás é aonde existe Homens com valor desportivo, como dirigentes, o bem haja para eles

Anónimo disse...

Calma, porque o campeonato ainda não acabou, a Naval é grande e vai estar sempre nos nacionais, o clube será sempre grande, embora com enormes dificuldades, e sem apoios da terra mais difícil se torna, em relação aos pseudo coordenadores da formação, dou lhe toda a razão, então aquele Moço, não tem escrúpulos, e joga conforme os seus interesses pessoais, dispensa jovens que sempre vestiram a camisola da naval, consoante patrocínios e empresários, porque será ? já que o filho não ficou em Madrid, teve que ser capitão, e o melhor amigo do seu filho, tem que jogar, agora que foi para Coimbra, vai lember as botas aos dirigentes da académica, para ver se arranjam um contrato para o filho, que venha o carro vassoura para limpar o lixo que por lá tem deixado

Anónimo disse...

esperem la pára tudo! ao comentário das 14h05 " clubes de maior dimensão vizinhos" esta se a referir ao cova gala ou á leirosa e que clubes de futebol vizinhos so começo esses ... existe mais algum? desconheço !

Anónimo disse...

Navalistas, só não veem porque não querem. Falou muito bem o anónimo das 14:05