domingo, 12 de março de 2017

QUEM COM VENTO FERE...COM VENTO MORRE


O Vitória de Sernache venceu a Naval por 4-2 vitória construída na segunda metade do desafio anulando uma desvantagem de dois golos. Sem tirar mérito ao triunfo visitante, escreva-se a forte ventania que se abateu na Figueira da Foz foi uma preciosa ajuda para que os visitantes pudessem operar a reviravolta.

Os primeiros 45 minutos foram jogados de forma repartida, embora coubessem aos figueirenses as jogadas de maior índice de perigo. Minuto 10 a turma da casa reclamou (pareceu-nos que com razão) uma grande penalidade, o juiz não considerou e aos 31 um remate à meia-volta de João Silva agitou as bancadas já que o esférico saiu a tirar tinta ao poste.

O Sernache respondeu nos mesmos termos e na passagem do minuto 40 o poste da baliza navalista evitou o pior. Já com cheiro a intervalo, Toca a cerca de 40 metros da baliza, aproveitou o vento e cobrou lance de bola parada com mestria inaugurando o marcador.

Mal se iniciou a etapa complementar foi evidente a subida dos visitantes no terreno e as dificuldades notórias da Naval. Minuto 50 o Sernache uma vez mais vê o travessão da baliza figueirense negar-lhe o golo e na resposta Samba isola João Silva e assina o 2-0.

O Sernache reagiu, Paulo Bento alterou o xadrez permutando Marco Grilo por Filipe, este na primeira vez que tocou no esférico marca e reabre o jogo. A Naval recuou no terreno, tentando defender a magra vantagem abriu espaços e numa dezena de minutos o Sernache opera a reviravolta e faz três golos.

Nesta altura o vento a soprar fortemente foi uma dificuldade intransponível para a Naval que num pressing final tentou pelo menos o empate que poderia ter acontecido aos 85, porém Samba não foi tão diligente quanto era necessário.


Já em tempo de compensações o Sernache aproveitando o adiantamento navalista num lançamento longo para o meio-campo acabou por lançar Cláudio que sem oposição escreveu o resultado.

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