quinta-feira, 16 de março de 2017

SERÁ QUE NÃO HÁ NINGUÉM MELHOR PARA A CAMARA MUNICIPAL DE LISBOA


Teresa Leal Coelho, a Vice do PSD e autora do relatório sobre as secretas e onde eram feitas as já muito polémicas referências à maçonaria, não é uma personagem qualquer e tem um historial rico em trapalhadas, estando associada a boa gente (Vale e Azevedo, o tal que queria ser asilado político) que lhe dá um ar mais sério.

Viria a ser demitida por Manuel Vilarinho quando se recusou a deixar voluntariamente e, como é usual quando há novo líder, o tacho encarnado.

O melhor cartão de visita da agora senhora deputada deve começar com: despedida do Centro Cultural de Belém e demitida do Benfica, onde foi administradora da SAD com o respeitável Vale e Azevedo.

Favoreceu amigos no CCB, mas é “inocente”, apesar de condenada duas vezes.

Voluntária também não foi a polémica saída do CCB, depois de na altura da campanha intercalar para a câmara de Lisboa, em 2007, ter sido acusada de favorecer amigos em contratos com o CCB, em particular Emídio Rangel, com quem teria na altura uma relação, e a produtora UAU.

No PSD ficaram intactas as boas relações e, prova pública disso mesmo, entregaria ao militante nº1 do partido, Pinto Balsemão, os direitos de transmissão dos jogos do Benfica, que não tinha por direito entregar, como se viria a provar mais tarde.

Ou seja, é muito séria esta senhora deputada e amiga de gente também muito séria.

Pena é ser sempre perseguida e protegida pela “falta de transparência”.

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