quinta-feira, 25 de maio de 2017

SERÁ SÓ FALTA DE DIÁLOGO ?

A TODO O VAPOR: Depois deste comunicado do Ginásio Figueirense e de todas as criticas que tenho ouvido e lido por parte da Naval, tudo me leva a crer que algo vai mal na politica de Desporto da Cãmara Municipal.
Eu sei que será difícil agradar a gregos e troianos mas c...os diabos não haverá por aqui alguma falta de diálogo ou ostracismo para com os clubes desportivos mais representativos da cidade

1 comentário:

Anónimo disse...

Questões: 1- Não seria no mínimo de bom tom que sempre que o Ginásio ou uma Instituição de Utilidade Pública ou não, Cultural ou Desportiva, efectua uma apresentação pública visando um conjunto de iniciativas que mexem com o Concelho, a Câmara, no mínimo, se fizesse representar?
2 - No caso concreto, como é que a Câmara não teve conhecimento oficial de um conjunto de actividades que o Ginásio, em tempo útil e através de uma apresentação pública divulgou, onde algumas das iniciativas são realizadas no exterior das suas instalações e requerem autorização oficial?
3 - Para além das pseudo-justificações do vereador sem qualquer nexo, o essencial desta questão é o seguinte: a edilidade está progressivamente a minimizar e a mitigar com as actividades dos Clubes Desportivos e das diversas Associações Culturais Concelhias. O seu papel, na minha opinião, deveria ser de incentivar e apoiar dentro das suas limitações, e em complemento, de se orgulhar, de ter no seio dos seus munícipes, gente e agremiações compostas por voluntários e "carolas", que respondem aos diversos estímulos das suas populações e preservam e ampliam um legado cultural e desportivo patrimonial único. Foi durante muitos anos num passado distante e relativamente recente, o papel da Câmara. Assiste-se, de há uns anos a esta parte, a um novo paradigma: o da Câmara querer chamar a si todas as organizações, ser a gestora da cultura e o desporto, assumir todo o protagonismo. Não percebe ou não quer perceber, que está a afastar as pessoas das Instituições, a esvaziar estas, que basicamente funcionam com quotizações e diversos apoios, que deixam de ter espaço para intervirem na comunidade em que se integram e de promoverem as diversas actividades próprias do objectivo para as quais foram criadas.
JM