sábado, 2 de junho de 2018

NÃO HÁ FOME QUE NÃO DÊ EM FARTURAS


Editado Diário as Beiras

1 comentário:

Lérias disse...

Será que tem cliente para tanto apartamento/cama/quarto?
Será que os projectos foram suportados num plano de negócio como deve ser?
Por acaso alguém viu ou colaborou nalguma sondagem para os referidos planos de negócio?
Será que os investidores/empreendedores estarão a pensar fazer financiamento junto das instituições bancárias (o plano de negócio esclarece de onde vêm os recursos) e depois o Zézito que suporta como num passado recente?
Nos últimos tempos por motivos profissionais tenho ao fim da tarde ido a Coimbra com regularidade. Costumo passar a pé toda aquela região da baixa e sinceramente dói-me o peito ao ver só turistas. É uma pena, os portugueses e imigrantes estão nos shopings, os turistas ocupam algumas ruas e todas as esplanadas da baixa.
Quando os operadores turísticos arranjarem outro(s) destinos mais atractivos financeiramente que vai ser da Ferreira Borges e vizinhança?
Obs:
Este exemplo de Coimbra foi só para dar uma pensada sobre a Figueira.
Em questão de hotelaria Coimbra tem tudo mais barato.
Almoço sendo diário ou não fica um bom bocado mais barato que aqui, nas esplanadas referidas mesmo sendo estrangeiros um fino/imperial fica mais barato que na maioria dos nossos bares. Café/bica mais barato lá que aqui, etc.
Para onde caminhamos?
Abraço