segunda-feira, 19 de abril de 2021


FIGUEIRA DA FOZ, 19 DE ABRIL 2021
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PAÇO DE MAIORCA COMEÇA A PARECER UM POÇO SEM FUNDO

Via Diário as Beiras

ABASTECIMENTO B P VAI PARA A RODIVIA URBANA

Via Diário Coimbra

MOVIMENTO "FIGUEIRA A PRIMEIRA" APRESENTA CANDIDATA A S. PEDRO

MARIA ESTRELA DIAS (QUITAS) CANDIDATA À JUNTA DE FREGUESIA DE SÃO PEDRO PELA CANDIDATURA INDEPENDENTE DO MOVIMENTO "FIGUEIRA A PRIMEIRA"

 O Movimento Independente, Figueira A Primeira, na sequência da atividade que tem vindo a realizar para as eleições Autárquicas de 2021, anuncia a sua terceira candidatura.

 Maria Estrela Dias (Quitas), aposentada, que exerceu atividade durante várias décadas como comerciante, será a candidata à Junta de Freguesia de São Pedro pelo movimento Figueira A Primeira.

 A Candidata, conta com João Lebre (ex-autarca), Sandra Matias (autarca na Assembleia de Freguesia de São Pedro) e Cátia Silveirinha.

Esta é a terceira candidatura apresentada pelo Movimento "Figueira a Primeira" movimento de apoio a Santana Lopes cujos apoiantes esperam com alguma ansiedade a candidatura de Pedro Santana Lopes à Camara da Figueira da Foz

Desta forma para além de Maria Estrela Dias (S. Pedro) também são já conhecidas as candidaturas de Rosa Batista (Buarcos e S. Julião) e Cristina Figueiredo (Bom Sucesso).

MAIS UMA GRANDE SUPERFICIE A CAMINHO

DB

ACIDENTE MARÍTIMO

DB

OPINIÃO

DB

EVENTOS ON LINE

DC

PARA INICIO DE SEMANA... SEJAMOS RESPONSÁVEIS


DC/DB

sábado, 17 de abril de 2021

RECORDAR É VIVER...INAUGURAÇÃO DO NICOLA

No dia 1 de Abril de 1940 foi inaugurado o Café Nicola, no Bairro Novo, na Figueira da Foz, propriedade de Raul Lourenço Rainha, Manuel da Piedade e Vítor Pais, no mesmo espaço onde tinha funcionado o Casino Hespanhol.

 Durante largos anos foi um dos cafés mais emblemáticos da Figueira da Foz. Possuía inicialmente 104 mesas e 52 empregados, atrações variadas e um salão de bilhares frequentado pelos melhores bilharistas nacionais nos anos 50 e 60.

 Um café de muitas recordações, música ao vivo, tacadas ruidosas, muitas mulheres, sobretudo estrangeiras, num tempo em que se mudava três vezes de "toillete" - uma para ir à praia, outra para passear pelo Picadeiro e uma terceira para as noites festivas do Casino.

 O Nicola saciava a fome do alvorecer, quando os veraneantes saídos do Casino se entregavam a um bife à café. Pela manhã servia-se o abatanado, seguiam-se conversas sem fim, crochets, leituras de jornal e jogos de xadrez com Beja da Silva, Jorge Babo, Jorge Arriegas, Edmundo Barrué, entre outros, cercados por assistência atenta e deslumbrada.

 Nos anos 60 era gerente o Senhor Piedade, a Dona Rosa a encarregada das compras, o Senhor José de Matos o chefe da cozinha, o Carlos Melo o responsável do balcão, o Silvino, o António e o Abel Matateu, empregados de mesa, reforçados no Verão com sete colegas.

 Mas, em 1971, a Inspeção Sanitária encerrou o Nicola, reabrindo em junho de 1972, sem as mesas de mármore, sem o piso incerto, sem a sala de bilhar, sem o balcão muito alto, mais moderno, sem pessoas, que começaram a descobrir o Algarve.

António Jorge Lé, em artigo publicado no Diário de Coimbra de 20-09-2017, recorda-nos o Café Nicola de outros tempos:

 “Os anos passaram e o prestígio do Nicola cresceu. O êxito do bife, a esquina do Picadeiro, embelezada pela esplanada, alinhada com estrado em madeira, onde senhoras e cavalheiros saboreavam capilé (sem corantes nem conservantes), salsaparrilha, mazagran ou mesmo um pirolito… sem bola! E cerca de cem quilos de café por semana, conforme as requisições.

 Mais uma década e o romantismo, envolvência e história do Nicola a pesar no turismo figueirense.

 Nas mesas, em serviço, nomes como Silvino e Abel “Matateu”, entre outros, ao som da Orquestra Ginásio, pontificavam.

 No início dos anos 70 do século passado foi demolido, dando origem a novo edifício com a mesma designação.

 O novo Nicola, construído de raiz, foi inaugurado em 1972, a um sábado de Junho, após profundas obras de remodelação (em apenas um ano), pelo então governador civil, presidente da Câmara, José Coelho Jordão, e por António Mendes do Amaral.

Usou também da palavra Francisco de Freitas Lopes, distinto empresário local e que ali representava a sociedade proprietária.

 Apresenta-se como café (com muito menos mesas) e restaurante, tendo na Cozinha o chefe Rosado.

O número telefónico 22359, discado com o cerimonial rotativo do dedo, não ia ter ao Nicola… era atendido na Albergaria, por vezes pelo gerente José Sopas ou pela Margarida Avelino.

 O café, na porta ao lado, estava à pinha! O António Eleutério servia, sem esquecer nenhum pedido, as bicas do jantar, algumas com “cheirinho”, outras acompanhadas com o pequeno balão, riscado a azul, onde era entornado um aquecido Macieira.

Nas prateleiras de vidro, os bolos, confeccionados na Sofico, iam quase todos, restavam duas ou três natas quando havido matinée no cinema.

 Antes, o Lino, nos bilhares, abria com a chave a caixa das bolas e fornecia os tacos... para além do giz azul para uma boa carambola.

Carlos Melo e Adelino olhavam para as equipas da noite, já que Filipe assegurava o turno diurno.

 Nas mesas redondas, as conversas desfiavam-se em novelos de convívio e prazer, algumas de política até como preparativos locais das tropas do C.I.C.A. 2 e R.A.P. 3 para a operação do 25 de Abril.

 A Ti Celeste dos jornais, sentada nos degraus, ao frio, de luvas velhas e gastas, esperava p’la A Capital, que às vezes tinha problemas nas máquinas e não chegava…

O António ‘Cauteleiro’ insistia na taluda, com as fracções penduradas na mão e agarradas com uma mola preta.

 O Abel tratava de engraxar sapatos. A sessão do Peninsular terminava e aí vinha outra pequena multidão.

Olhava-se para o relógio e eram 23h30. Estava cheio! O filme era de cowboys, com John Wayne, como se lia no programa da tipografia do Tonó.

 Para baixo já havia passado o Quim Charlot e o Batista, de camisola vermelha às costas. Eram os protagonistas da noite, quem enrolava as bobinas de celulóide e projectava a película, após o gongo ter dado o sinal de início da sessão.

Saíam ainda o fiscal Paulo Monteiro e o genro, João ‘Padre Nosso’, que ainda substituía o cartaz … para amanhã! A D. Leonor, de alvo cabelo e metódica organização, saía mais cedo, após o fecho da bilheteira.

 Em 1995 novas obras restauram o Nicola. Ei-lo, ainda, às portas do Picadeiro”.

 O velho Nicola morreu, só existe nas nossas memórias.

Texto e Fotos da publicação de Fernando Curado no Faceboock

(Para aumentar o zoo das fotos clicar em cima das mesmas) 

NOVELA QUIAIOS CONTINUA COM MAIS UM CAPÍTULO

Via Diário as Beiras

MEMÓRIA

ELEIÇÕES AUTARQUICAS

DB

OPINIÃO

DB

DESPORTO: REMADORES DA NAVAL REMO PARTICIPAM NA QUARTA FASE DOS TESTES PARA SELEÇÃO NACIONAL

Nos passados dias 10 e 11 de abril realizou-se a quarta fase de testes que tem em vista a constituição das equipas que irão representar Portugal na seleção nacional de Remo. Esta fase de teste consistiu na realização de várias regatas de 2000 m que tiveram lugar na Pista de Remo do Centro de Alto Rendimento de Montemor.

 Entre o total de quase 60 participantes, a Naval Remo continuou a sua participação com 6 Atletas, 1 sénior, 1 júnior masculino, 3 juvenis masculinos e 1 juvenil feminina, que obtiveram os seguintes resultados:

 Os Remadores da Naval estiveram em destaque e obtiveram os seguintes resultados:

•          Na categoria de júnior masculino, Diogo Carvalho e Pedro Rodrigues ficaram em 6º e 8º lugar, respetivamente, e Afonso Santos ficou em 11º Lugar e Diogo Ferreira com o 14º tempo em prova, sendo estes 3 últimos ainda escalão inferior de juvenil;

•          Na categoria de júnior feminino, a Atleta Madalena Peça ficou em 3º Lugar, única em prova na categoria de juvenil (escalão abaixo do júnior);

•          Em sénior feminino, a Patrícia Batista fez o 2º melhor tempo nacional na sua categoria de peso;

Depois destes testes a Federação Portuguesa de Remo efetuará a análise sobre o desempenho dos Atletas nas várias fases dos testes realizados e convocará aqueles que cumprirem os seus critérios e que maximizem as probabilidades de sucesso em provas internacionais.

 A Associação Desportiva Naval Remo, orgulha-se do percurso que este conjunto de Atletas tem feito segundo a orientação do seu Treinador José Canhola, que, apesar das contrariedades e do momento de Pandemia em que vivemos, não baixam os braços e têm a nobre aspiração de vir a representar a seleção nacional de Remo nas competições internacionais, elevando o nome da Naval Remo e o da cidade da Figueira da Foz ao mais alto patamar do Remo Nacional.

 Associação Desportiva Naval Remo – ADNR

sexta-feira, 16 de abril de 2021

IRRESPONSABILIDADE: COVID-19 MAIS DE UM TERÇO DOS CASOS NA FIGUEIRA DA FOZ RESULTARAM DE DOIS EVENTOS FAMILIARES


 Na Figueira da Foz, mais de um terço dos casos de infeção pelo vírus que provoca a covid-19 resultaram de dois eventos familiares e o presidente da Câmara voltou hoje a apelar ao cumprimento das regras.

A Figueira da Foz é um dos seis concelhos do país (juntamente com Alandroal, Albufeira, Carregal do Sal, Penela e Marinha Grande) que não avança para a próxima fase de desconfinamento, por ter tido duas avaliações sucessivas em situação de risco, mantendo as restrições atualmente em vigor.

“Na realidade, hoje, o comportamento de alguns pode afetar todo um concelho, toda uma atividade económica, com incidência muito particular na restauração e hotelaria, que tem sido um dos setores que mais tem sofrido com este confinamento”, disse à agência Lusa Carlos Monteiro.

Dos 82 casos que Carlos Monteiro diz que este concelho litoral do distrito de Coimbra contabiliza à data de hoje, 34 (cerca de 40%) “infelizmente, estão focados em duas situações, uma com 21 infetados e outra com 13.

Mais de um terço dos casos resultaram de dois focos em eventos familiares”, notou Carlos Monteiro.

“Extrapolando para a taxa por 100 mil habitantes, ficamos acima dos 120, não desconfinamos e estes números foram muito afetados por estes 34 casos. Infelizmente, tínhamos colocado a hipótese de isso poder acontecer”, observou.

Sobre a decisão do Governo de não fazer avançar a Figueira da Foz para a próxima fase de desconfinamento, Carlos Monteiro não critica a regra: “Há quem queira discutir as regras. Mas a regra discute-se antes, se é justa ou injusta. Eu não discuto a regra ‘à posteriori’, muito menos em causa própria”, argumentou o autarca.

“Mas, o que eu sei que é injusto, é a Figueira da Foz ter passado, há uns meses, por uma situação em que qualquer pessoa que estivesse infetada já estava em risco de não ter vaga no hospital. Isso é que é de uma injustiça enorme. O que temos hoje de fazer é acautelar, cumprir as regras necessárias, ter os comportamentos necessários para nos colocarmos dentro da norma”, alegou Carlos Monteiro.

“O grande enfoque tem de ser no comportamento das pessoas. Estamos numa pandemia e a pandemia obriga a comportamentos de exceção, porque, fundamentalmente, este acréscimo de números prejudica e muito a economia do concelho”, acrescentou.

Deste modo, o presidente da Câmara apela a “cuidados acrescidos” para os próximos tempos, não só pelo aproximar da época balnear que pretende que decorra “com normalidade”, mas também pelo “aumento normal do número de casos face ao aumento de testagens”.

“O aumento de testagens vai aumentar os casos identificados. Os cuidados têm de ser acrescidos, porque senão daqui a 15 dias poderemos continuar na mesma situação”, avisou.

Já sobre os números diários de novas infeções, divulgados diariamente pelo município, divergirem dos contabilizados pela Direção Geral de Saúde (DGS), Carlos Monteiro frisou que o município pediu esclarecimentos à autoridade nacional.

Por exemplo, no período de 14 dias entre 24 de março e 06 de Abril, os dados fornecidos pela delegação de saúde da Figueira da Foz à Câmara Municipal apontavam para 48 novos casos de infeção (uma incidência de 82 casos por 100 mil habitantes, para uma população de cerca de 58.600 residentes), enquanto os números da DGS se situavam, no mesmo período e face à mesma população, em 75 casos (128 por 100 mil habitantes, acima do limiar de risco).

Para ficar abaixo do limiar de risco de 120 casos por 100 mil habitantes, a Figueira da Foz não pode ultrapassar os 70 casos de infeção a 14 dias.

“Pedimos explicações à Direção Geral de Saúde. Ontem, [quinta-feira] enviaram-nos os dados que têm, assumindo que estão bem eu não tenho como os contraditar, porque os dados que nós temos são os enviados pelo delegado de saúde, que pressupostamente os enviará para Lisboa. Mas, de qualquer maneira, já ontem estivemos a conversar e não pode continuar a haver esta divergência. Não é isto que resolve ou não resolve o problema, mas fundamentalmente as pessoas têm de ter os dados corretos, tem de haver transparência e rigor nos dados que nos são facultados”, afirmou o autarca.

“Estamos a trabalhar para que os dados que nós publicamos sejam coincidentes com os dados nacionais da DGS. O que não faz sentido é nós publicarmos os dados que vêm da delegação de saúde da Figueira da Foz e, ao mesmo tempo, haver dados nacionais que não são coincidentes e superiores”, sublinhou.

Via Diário as Beiras

CABO MONDEGO EM FOCO...ESTÃO A PERDER-SE OPORTUNIDADES EDUCATIVAS E GÉO-TURISTICAS

Via Diário Coimbra

POLITICA POR BAIXO DA MESA

 

Financiador do Chega fez transferências para líder do CDS/Madeira nas eleições regionais que levaram centristas ao governo


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OITO DEPUTADOS INVESTIGADOS POR

 MORADAS FALSAS


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CULTURA

DC

MOVIDENTE INDEPENDENTE "FIGUEIRA A PRIMEIRA" APRESENTA CANDIDATOS A PRESIDIR AS JUNTAS DE BOM SUCESSO E BUARCOS/S JULIÃO


                                           Cristina Figueiredo                                Rosa Batista

                                              Bom Sucesso                                Buarcos/S Julião

A TODO O VAPOR: O Movimento Independente Figueira a Primeira ligado à eventual candidatura de Pedro Santana Lopes (candidato ainda não assumido) apresentou nos últimos dias os seus candidatos às Juntas de Freguesia de Bom Sucesso e Buarcos/S Julião, respectivamente Cristina Figueiredo e Rosa Batista. No caso da Freguesia Buarcos/S. Julião a maior com concelho o Movimento apresenta uma personalidade de peso, Rosa Batista, figura muito conhecida a ligada ao Associativismo local.