sexta-feira, 22 de outubro de 2021

quinta-feira, 21 de outubro de 2021

POLITICA AUTÁRQUICA

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Via Diário as Beiras

VIDA DE MAR...PESCA

Via Diário Coimbra
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ASSOCIATIVISMO... G R VILAVERDENSE COM SESSÃO SOLENE DOS 100 ANOS

Via Diário Coimbra
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ESTAS COISAS É QUE SÃO DIFICEIS DE ACEITAR QUANDO DESCOORDENADAS

DB

UM POUCO DE HUMOR...ACEITA-SE

EVENTOS CULTURAIS

DC
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DB

SOLIDARIEDADE

DC

quarta-feira, 20 de outubro de 2021

O PRIMEIRO DIA DE SANTANA LOPES NO REGRESSO À CAMARA DA FIGUEIRA DA FOZ


 No primeiro dia como presidente da Câmara da Figueira da Foz, Santana Lopes admite fazer três mandatos e assume que esta não será a sua última batalha política.

 "Se fizer 12 anos, saio da Figueira da Foz com 77. Serei mais novo do que o Joe Biden quando foi eleito presidente dos Estados Unidos". É esta a resposta de Pedro Santana Lopes à pergunta se a Câmara da Figueira da Foz será a sua última batalha política, não sem antes citar Jorge Palma: "enquanto houver estrada para andar...". Santana Lopes regressou esta segunda-feira, 20 anos depois, à presidência da autarquia figueirense, despertando a curiosidade de munícipes e trabalhadores.

 Faltam cinco minutos para as nove horas da manhã quando Pedro Santana Lopes chega à Câmara. Apesar de conhecer bem o edifício, faz questão de dar uma volta por todos os cantos, só se instalando no gabinete pelas 10.30 horas. "Vi muitas caras conhecidas do meu tempo. Algumas estão exatamente iguais", brinca o autarca, completando que "são os ares da Figueira, que conservam as pessoas".

 O gabinete da presidência, nota, está praticamente igual ao que estava em 2001, quando terminou o anterior mandato. Só a disposição da secretária está diferente, o que não o preocupa, por causa de um hábito antigo. "Não gosto de trabalhar na secretária. Sempre gostei mais de trabalhar na mesa de reuniões, até porque nunca trabalhei bem com o desktop, sou mais de o fazer no portátil ou no smartphone", afirma.

 À hora do pequeno-almoço, num café perto do edifício camarário, é abordado por alguns figueirenses, que lhe dão as boas vindas para o regresso.

 SAÍDA PARA LISBOA

 No primeiro dia na Câmara Municipal, Santana Lopes mostra os gabinetes aos novos vereadores e tem algumas reuniões com chefes de divisão. "Mais na parte financeira e dos recursos humanos. São os mais prementes, porque temos o Orçamento Municipal para apresentar até ao final do ano", lembra.

 Às 13.30 horas, almoça com a sua equipa no Marégrafo, em Buarcos, e, 40 minutos depois, arranca para Lisboa, para a cerimónia de tomada de posse de Carlos Moedas como presidente da Câmara da capital. "Ele insistiu muito que eu fosse, até pelo meu passado como presidente da Câmara de Lisboa", destaca. No restaurante, ainda voltaria a ser abordado por alguns munícipes, não se negando a tirar algumas fotografias com outros clientes.

 DESAFIOS PELA FRENTE

 De regresso à Figueira da Foz, após 20 anos, Santana Lopes assinala que encontrou uma cidade "bonita, mas ainda com muito para fazer", admitindo estar agora a colocar-se ao corrente dos dossiês. "Houve três presidentes desde a minha saída e não gosto de criticar os meus antecessores, porque certamente deram o seu melhor. Há coisas que estão melhores, mas também há coisas que estão iguais e outras piores. Há muito trabalho pela frente e estamos empenhados nisso", admite.

 Do que já se informou, garante que a situação financeira "é tranquila", já a económica ainda não sabe bem. "Depende do equilíbrio entre o deve e o haver, e isso ainda não estou totalmente por dentro", assume o autarca.

 As obras no Paço de Maiorca e a erosão costeira, onde o seu trabalho passará mais pela sensibilização da administração central, são dois dos primeiros assuntos a que se vai dedicar.

 SEM MEDO DA MINORIA E AFASTADO DO PSD

 Apesar de não ter maioria na Câmara, Pedro Santana Lopes não se mostra preocupado e garante que tal não o impedirá de governar. "Temos mais casos de câmaras com minoria e não é por isso que são ingovernáveis. É uma situação que se vai resolver naturalmente", afirma, afastando, para já, qualquer cenário de acordos com outras forças políticas. Sobre o PSD, que elegeu um vereador, nem uma palavra, quer a nível local, quer nacional. "Vejo a situação atual do PSD ao longe. Desejo boa sorte a quem o for lide

Daqui

ACIDENTE...SEIS FERIDOS EM BRUTAL COLISÃO NA FIGUEIRA DA FOZ

Seis pessoas ficaram hoje feridas na sequência de uma colisão entre dois veículos ligeiros, um de passageiros e um comercial, na Estrada Nacional 109, em Tavarede, no concelho de Figueira da Foz, adiantou fonte dos Bombeiros Sapadores da Figueira da Foz ao Notícias de Coimbra.

 Dos seis feridos, “quatro foram considerados ligeiros e os outros dois feridos graves, tendo sido necessário o desencarceramento das duas vítimas que apresentavam ferimentos de maior gravidade que ocupavam cada uma a sua viatura”, explicou o oficial da corporação.

As vítimas foram transportados para o Hospital Distrital da Figueira da Foz.

 O acidente ocorreu às 12:03 num cruzamento, quando um dos veículos mudou de direção. O trânsito esteve cortado na Nacional 109, em ambos os sentidos, cerca de três horas.

 No local estiveram mais de três dezenas de operacionais e cerca de 10 viaturas, dos Bombeiros Sapadores e dos Voluntários da Figueira, PSP e INEM.

Texto e fotos Notícias de Coimbra

CABEDELO E MARINA (CONCESSÕES) NOS DOSSIERS DA ADMINISTRAÇÃO DO PORTO

Via Diário as Beiras

A PONTE OS ACESSOS O HOSPITAL


Via Diário as Beiras

A TODO O VAPOR: O acidente de ontem na Ponte da Figueira e até pela hora que foi provocou um autêntico caus na saída da cidade a partir da primeira rotunda de acesso à A14 e Zona Sul do Concelho. Para além da dificuldade de todos aqueles que se dirigiam para os seus empregos ficou-nos na ideia a problemática do acesso ao Hospital Distrital da Figueira da Foz nomeadamente de casos urgentes.
Conforme se consta a Ponte Edgar Cardoso vai entrar em obras e tudo o que se sabe é que estas obras vão ser prolongadas e neste caso é bom que os responsáveis comecem a pensar como vai ser o acesso ao hospital. Chegar 10 minutos atrasados a um emprego pode não ser problema de maior mas chegar 10 minutos atrasados ao hospital pode significar uma morte.
Não quero ser alarmista mas o que se passou ontem na Ponte da Figueira da Foz permite desde já antever as dificuldades que irão existir se não forem tomadas providências em devido tempo. 

AMBIENTE

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