quarta-feira, 17 de junho de 2026

SECTOR DO TURISMO CONTINUA A EVIDENCIAR RESILIÊNCIA

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VIA DIÁRIO AS BEIRAS

ARTESÃO DE QUIAIOS EXECUTA OS SEUS TRABALHOS SEMPRE INSPIRADO NA FIGUEIRA DA FOZ

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APA ABRE CONCURSO PARA EMPREITADA A REALIZAR NAS COMPORTAS MARIA DA MATA

DB

ESCOLA DA FLORESTA EM QUIAIOS

DC

SELEÇÃO NACIONAL DE PORTUGAL...NUMEROS DE CAMISOLAS


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DC/DB

POLITICA...PS DISTRITAL EM CONFLITO ABERTO

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MEMÓRIAS...ANTÓNIO JORGE LÉ

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PELA CIDADE & CONCELHO...ACONTECEU OU VAI ACONTECER



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VIA DIÁRIO BEIRAS + DIÁRIO COIMBRA
 

DECISÃO ESQUISITA

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VIA DIÁRIO COIMBRA
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PRAIA DA FIGUEIRA SEM CONFLITOS ENTRE CONCESSIONÁRIOS E BANHISTAS

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Via Diário as Beiras

A CORRIDA MAIS BONITA DE PORTUGAL

Via Diário Coimbra
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OPINIÃO...A CIDADE PRECISA DE UMA NOVA MARINA ?

DB

LARGO DA MÁ LINGUA...

SAÚDE...MOVIMENTO É VIDA

DB

MAREOCEANUS COM BALANÇO POSITIVO

DB

SOLIDARIEDADE... "JUNTOS PELA MELISSA"

DC

CAPAS DOS JORNAIS REGIONAIS DO DIA



 
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terça-feira, 16 de junho de 2026

DIFICIL DE ENTENDER ESTA NOSSA JUSTIÇA

TRIBUNAL CONCLUIU QUE ODAIR NÃO TINHA FACA E CONDENA PSP A PENA SUSPENSA

O agente da PSP que matou Odair Moniz na Cova da Moura, Amadora, em outubro de 2024 foi hoje condenado a três anos e seis meses de pena suspensa, com o tribunal a considerar que não existiu nenhuma faca.

A leitura do acórdão decorreu hoje, no Tribunal de Sintra, tendo o coletivo de juízes dado como provado a maior parte dos factos que constam na acusação do Ministério Público e, em relação à existência de um punhal, o tribunal considerou que "foi produzida prova abundante de que Odair não tinha qualquer faca".

"Nem o colega que o acompanhava, nem as restantes testemunhas, mais ninguém viu qualquer lâmina, qualquer faca no momento em que acontecem os disparos", disse a juíza, acrescentando que "houve uma legítima defesa, mas com excesso de meios".

O advogado do agente condenado diz que o recurso da sentença está a ser ponderado. "Entendemos que o facto de não se ver a faca não quer dizer que não exista faca", justificou.

Apesar do excesso de meios reconhecido pelo tribunal, o coletivo de juízes considerou, por outro lado, que existiram "circunstâncias muito especiais", uma vez que existiu um momento de grande proximidade física entre Odair Moniz e o agente Bruno Pinto, com ameaças de agressão por parte de Odair.

Perante o "excesso de meios" sublinhado pelo tribunal, a moldura penal de entre oito e 16 anos estipulada para o crime de homicídio caiu para uma moldura de um ano de prisão e máximo de 10, decidindo o tribunal pela pena de três anos e seis meses, suspensa na sua execução.

A PSP, por seu turno, aguarda pelo conhecimento formal do acórdão do tribunal para decidir sobre o regresso à Polícia do agente: "Aguardamos pelo conhecimento formal da decisão judicial", disse à Lusa o porta-voz da Polícia de Segurança Pública, Sérgio Soares, questionado sobre o eventual regresso do agente Bruno Pinto à PSP.

Julgamento deu voz a várias testemunhas

Ao longo do julgamento, foram ouvidas várias testemunhas no Tribunal de Sintra, incluindo agentes da PSP que estiveram na Cova da Moura na madrugada da morte de Odair Moniz, vizinhos que assistiram ao momento em que Odair Moniz caiu no chão depois de ser atingido com dois tiros e inspetores da Polícia Judiciária que participaram na investigação.

Durante o julgamento, o coletivo de juízes, o procurador do Ministério Público e os advogados tentaram perceber, através do depoimento das testemunhas, se Odair Moniz tinha uma faca e se usou essa faca para ameaçar os agentes.

Entre os agentes da PSP, alguns afirmaram ter visto uma faca junto ao corpo de Odair Moniz, enquanto outros garantiram não ter visto tal objeto.

Da parte da PJ, as testemunhas afirmaram não existir qualquer vestígio biológico ou impressão digital de Odair Moniz na faca encontrada no local, o que torna, segundo os inspetores, muito pouco provável que o homem cabo-verdiano tenha utilizado a faca.

De acordo com a acusação do Ministério Público, Odair Moniz foi atingido por duas balas - a primeira na zona do tórax, disparada a entre 20 e 50 centímetros de distância; e a segunda na zona da virilha, disparada a entre 75 centímetros e um metro de distância.

Via Notícias ao Minuto

NAVAL REMO EM DESTAQUE NAS MODALIDADES DE CANOAGEM E REMO JOVEM

MARIA REI ALCANÇA O MELHOR RESULTADO DE SEMPRE PARA PORTUGAL NO CAMPEONATO DA EUROPA DE CANOAGEM

Atleta da Associação Desportiva Naval Remo (ADNR) garantiu um histórico 5.º lugar em K1F 5000m, em Montemor-o-Velho, perante o apoio da comitiva navalista.

A canoagem portuguesa viveu um momento histórico no passado domingo, no Centro de Alto Rendimento de Montemor-o-Velho, durante o Campeonato da Europa de Canoagem. A atleta Maria Rei, representando as cores da Seleção Nacional, alcançou o 5.º lugar na prova de K1F 5000m, fixando o tempo de 23:24.229. Este é o melhor resultado de sempre obtido por Portugal nesta distância e categoria em campeonatos europeus.

A prova, disputada ao mais alto nível competitivo europeu, contou com o apoio entusiasta da comitiva da Associação Desportiva Naval Remo (ADNR), que marcou presença no recinto para acompanhar de perto a atleta Maria Rei.

Dei tudo o que tinha, lutei até ao fim e senti, a cada metro, a energia especial de competir em casa e de ter a bancada comigo. Mas, tenho pena de não me ter aguentado no final da prova porque gostava muito de ter subido ao pódio”, destaca Maria Rei.

Um marco para a Canoagem Nacional
O desempenho de Maria Rei, ao integrar o grupo das cinco melhores canoístas da Europa, é um reflexo do rigoroso trabalho de preparação realizado ao longo da época. A sua prestação em Montemor-o-Velho não só dignificou a Seleção Nacional, como estabeleceu uma nova referência de excelência para as futuras gerações de canoístas portuguesas.
O 5.º lugar da Maria Rei no Campeonato da Europa é um momento de enorme felicidade para todos nós. É um resultado histórico que espelha a dedicação, a disciplina e o talento da Maria, que hoje elevou a fasquia da canoagem da Naval e de Portugal. Ver a nossa equipa unida no apoio a uma atleta que representa o nosso clube ao serviço da Seleção Nacional é, também, motivo de grande orgulho. É um exemplo inspirador para todos os nossos jovens atletas de que, com resiliência e trabalho, é possível chegar ao topo da Europa”, realça o presidente da ADNR, Nelson Silva.

“Trabalhamos para as medalhas, mas o 5.º lugar da Maria na Europa é uma vitória. Como treinador, a minha perspetiva sobre o recente quinto lugar da Maria no Campeonato Europeu vai muito além do resultado em si. É verdade que não trabalhamos para um quinto lugar; nesta equipa, trabalhamos todos os dias com o foco claro de subir ao pódio e trazer uma medalha. No entanto, o desporto de elite coloca-nos perante situações e imprevistos próprios da competição que, desta vez, não jogaram a nosso favor. Para entender o valor deste resultado, é preciso olhar para trás. A Maria enfrentou um ano extremamente duro, marcado por problemas de saúde e várias contrariedades que afetaram seriamente o planeamento e a preparação para este campeonato. Ainda assim, a nível estratégico, ela correu muitíssimo bem”, destaca Andy Morales, treinador da atleta na ADNR.

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JOVENS DA NAVAL REMO EM DESTAQUE NA ÚLTIMA PROVA

ANTES DO CAMPEONATO NACIONAL


As jovens promessas da Associação Desportiva Naval Remo (ADNR) deslocaram-se, no passado fim de semana, 13 e 14, à Barragem do Maranhão para participar no XVIII Troféu Mestre de Avis, numa prova organizada pela Federação Portuguesa de Remo (FPR). A competição assumiu uma importância estratégica para a equipa técnica, por se tratar da última prova antes do Campeonato Nacional de Remo Jovem, agendado para o próximo dia 27 de junho, no Centro de Alto Rendimento de Montemor-o-Velho.

 O evento reuniu todos os escalões de formação do remo nacional, sendo que a equipa da Naval Remo, dirigida pelo treinador Daniel Mendes, competiu nas provas desde os Sub-9 até aos Sub-15. Mais do que a vertente puramente competitiva, estes dois dias serviram para consolidar o espírito de equipa e a energia do grupo, dentro e fora de água, com os atletas a participarem ainda num Peddy-Paper, organizado pela FPR, focado no convívio e na sã camaradagem.


Afinação de Tripulações e Superação em Pista

No plano desportivo, as tripulações aproveitaram esta competição para afinar detalhes técnicos em ambiente de prova. Um dos momentos de destaque pertenceu a Matilde Neves (Sub-9 Feminino), que competiu inserida numa regata conjunta com atletas masculinos, registando o melhor tempo absoluto da prova.

Outro ensaio muito positivo envolveu a tripulação do Quadri-Scull Sub-15 Feminino (Maria Rodrigues, Lara Rodrigues, Isabelly Griza e Sara Leal). A embarcação realizou a sua regata em simultâneo com o Quadri Masculino do Ferroviário do Barreiro, num teste de ritmo exigente que culminou com a tripulação da Naval a cruzar a linha de meta na primeira posição.

 O clube somou ainda vitórias importantes por intermédio da dupla Constança Matos e Mafalda Condesso em 2x Sub-13 Feminino e de Miguel Mendes em 1x Sub-15 Masculino, além de presenças muito positivas nos restantes lugares de pódio que dão excelentes indicadores para o Campeonato Nacional.


 “O Troféu Mestre de Avis cumpriu o seu propósito nesta reta final da temporada. Sendo a última prova antes do Campeonato Nacional de Remo Jovem, o nosso foco principal foi dar ritmo competitivo aos atletas, consolidar as tripulações e, acima de tudo, reforçar a união do grupo. Ficamos satisfeitos com as boas indicações dadas na água, mas o que mais nos orgulha é ver este espírito de entreajuda e alegria. Agora é continuar a trabalhar com a mesma serenidade, para que os nossos jovens cheguem tranquilos e preparados a Montemor-o-Velho, no dia 27. Parabéns aos nossos atletas e ao treinador Daniel Mendes”, destaca o presidente da ADNR, Nelson Silva.

CLASSIFICAÇÕES: