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terça-feira, 16 de agosto de 2016

UMA QUESTÃO DE DESCODIFICAÇÃO

AO


O Américo Thomaz não diria melhor. Será que alguém consegue descodificar os improvisos confusos do Passos Coelho?



quarta-feira, 4 de novembro de 2015

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

PAULO PORTAS NO FINAL DE UM ALMOÇO COM MULHERES


"As mulheres sabem que têm de organizar a casa e pagar as contas a dias certos, pensar nos mais velhos e cuidar dos mais novos”

SERÁ POR ISTO QUE O PPC O (A) ESCOLHEU ?

domingo, 18 de janeiro de 2015

Não perca a oportunidade .... Liquidação Total


A melhor Anedota do Ano

Num qualquer lugar de Portugal, um menino regressa da escola cansado por andar a pé uma grande distância. O governo subiu os preços e não há dinheiro para o passe.

Faminto, pergunta à mãe;

- Mãe, o que temos para comer?...
- Nada, filho!...
O menino olha para o papagaio que têm em casa e pergunta:

- Mamã, porque não comemos papagaio com arroz?...
- Não há arroz!...
- E papagaio no forno?...
- Não há gás!...
- E papagaio no grelhador elétrico?...
- Não há eletricidade!...
- E papagaio frito?...
- Não há azeite!...
O papagaio felicíssimo gritou:


PORRA..... VIVA O PSD!!!...



quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Os Palpites do Cego no Restaurante

Um cego foi a um restaurante e pediu a ementa em braile.
O empregado, desculpando-se, disse que não tinha. O cego disse então:

- Não faz mal, traga-me uma colher suja da cozinha para eu provar a comida.


O empregado achou estranho, mas atendeu ao pedido. Pegou numa colher usada na cozinha e deu-a ao cego. Este lambeu a colher e comentou:

- Hummm, óptimo tempero. Camarão com arroz à grega, pode-me trazer esse prato.


No dia seguinte, a mesma coisa:


- Hummm, strogonof de frango, batata frita, pode-me trazer esse prato.


Passou-se uma semana e sempre a mesma coisa, o cego pedia a colher, lambia e adivinhava o prato.  O empregado, que queria pregar uma ao cego, resolveu aprontar-lhe uma das grandes. No dia seguinte, quando o cego chegou e pediu a colher, o empregando foi buscar a colher e disse à cozinheira, que aliás era a sua mulher:

- Guidinha, eu tô numa de praxar o cego que cá vem todos os dias e adivinha o prato do dia. Pega aí nessa colher e passa-a aí  na  "desejada"...

A cozinheira atendeu o pedido e o empregado levou a colher ao cego. Este meteu a colher na boca, pensou um pouco e disse: 

 - É pá, não posso crer, a Guidinha trabalha aqui ?!!